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terça-feira, 19 de agosto de 2014

A turma do Nino está de volta



Quem nunca tomou banho cantarolando a  música do ratinho do Castelo Rá-Tim-Bum? Se você nasceu nas décadas de 80 e 90, não vai escapar das estatísticas. 100 % dos jovens adultos de hoje, soltavam a voz e gritavam “Lava, lava”. Para acalmar os corações dos nostálgicos, uma boa notícia: o Museu de Imagem e Som  de São Paulo (MIS-SP) vai inaugurar no dia 16 de julho a exposição “Castelo Rá-Tim-Bum”
 
A mostra é uma homenagem aos 20 anos do programa. Ocupará dois andares da Instituição com objetos de cena da época, fotografias, maquetes e croquis. Além disso, a equipe do MIS recriou mais de dez ambientes do Castelo. Vai ser possível visitar o saguão e a biblioteca, ver de novo a cobra Celeste, o Monstro Mau e as botas Tap e Flap. 
 
Para aumentar a saudade, o MIS promoverá uma programação paralela especial. Nos finais de semana, atores do programa se apresentarão. Morgana (Rosi Campos) e Angela Dip (Penelópe) estarão de volta. Ocorrerão também oficinas artísticas gratuitas voltadas para o público geral, como o mini-curso de Stop Motion, de  13 de agosto a 5 de setembro.
 
Fonte: http://www.obeijo.com.br/roteiro/museus__espacos_culturais/a_turma_do_nino_esta_de_volta_16072014

exposição 
16jul a 12out2014
Terças a sextas das 11:00 às 21:00
Sábados das 09:00 às 23:00 
Domingos e feriado das 09:00 às 20:00

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS - fica localizado na Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000. 
Telefone: 55 11 2117 4777

Itaú Cultural prepara exposição sobre Laerte


O Itaú Cultural homenageará outro grande nome da cultura brasileira, a cartunista Laerte Coutinho. A exposição dedicada à trajetória profissional e pessoal da quadrinista terá os mesmos moldes das mostras sobre Zuzu Angel e Jards Macalé, ou seja, será uma Ocupação.

A seleção de obras e demais materiais está sendo feita por Rafael Coutinho, filho de Laerte e também quadrinista. Segundo Itaú Cultural, a inauguração da exposição ocorrerá em 21 de setembro.

Independentemente da expografia, o que não é falta é história. Laerte Coutinho é paulistana, autora de importantes personagens, como Overman e Piratas do Tietê. Ao longo de sua carreira, colaborou com o lendário Pasquim. Junto com os cartunistas Angeli e Glauco, criou a tira “Los Três Amigos”. Atuou também nas revistas “Chiclete com Banana” e Geraldão.

Em 2010, causou alvoroço ao praticar crossdressing e, depois, assumir publicamente sua transexualidade. É hoje, uma reconhecida ativista da causa, foi  co-fundadora da Associação Brasileira de Transgêneros (Abrat).

Dentre suas publicações, estão Histórias Repentinas, DeusHugo para Principiantes e Muchacha.


* O uso do artigo "a" não é um erro, é uma forma de considerar e respeitar a decisão da cartunista.

Fonte: http://www.obeijo.com.br/noticias/itau_cultural_prepara_exposicao_sobre_laerte

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Medo das Decepções

por Anderson Coutinho


Em algum momento da vida, todos nós teremos decepções. Essa é uma verdade inabalável, pois faz parte do contexto planetário e cultural em que vivemos. Sofreremos, nos machucaremos e choraremos as lágrimas de tristeza que lavarão nossas almas.

A causa de nossas decepções passa pela expectativa que criamos em relação aos outros. Alguns dizem que não devemos reclamar do que nós mesmos permitimos que os outros nos façam, citando ainda que todo o mal que nos fazem é responsabilidade nossa. Embora haja uma parcela de verdade nessa afirmação, é importante compreender que, no contexto de falhas em que estamos inseridos, é praticamente impossível não depositar expectativas nas pessoas.

Confiar nos outros faz parte da dinâmica da vida. Confiamos no namorado ou namorada que julgamos nunca nos abandonará ou decepcionará; mas e se houver um outro relacionamento mais feliz e intenso nos esperando? A decepção não terá sido apenas um instrumento de realização de uma bênção? Confiamos no chefe amigo quando consideramos que ele jamais se voltará contra nós; mas e se houver uma ocupação profissional mais digna e mais humana a nos aguardar no caminho? A decepção não terá sido apenas o meio que Deus encontrou de nos dar algo melhor? Confiamos nos amigos íntimos criando a expectativa de que jamais nos abandonarão em nossos momentos sombrios; mas e se de fato houverem amigos que ainda nem conhecemos, aguardando nossa chegada em suas vidas, capazes de nos proporcionar experiências muito mais plenas? Não terá sido a energia universal que usou mais uma vez a decepção para nos colocar diante do que merecemos mais?

E o pior: passamos a ter tanta certeza de que a decepção foi um alerta para que não nos aventurássemos de novo em confiar mais uma vez em outras pessoas, que interrompemos no meio do caminho e por nossa conta os planos que Deus poderia estar fazendo para nos migrar de lugar. Vivemos o bom, passamos a merecer algo melhor, vem Deus, desmonta tudo daquele "bom" e nos coloca no caminho a oportunidade do "melhor". Mas nos decepcionamos no meio do processo, e travamos a bênção.

É preciso confiar. Quem não confia não vive as experiências encantadoras do caminho, preocupado demais se elas serão eternas. Nada é eterno.

Portanto, é natural - embora violentamente doloroso - que alguém nos decepcione pelo caminho, fazendo-nos crer que "não deveríamos ter confiado naquela pessoa". Mas... será que não deveríamos mesmo? Enquanto confiávamos, e enquanto ela correspondia às nossas mais doces esperanças de amor, ternura, amizade, cumplicidade e paz, não foi tão bom? Foi! Esse é o ponto!

O problema é que nos esquecemos de ser gratos pelo que vivenciamos de positivo em nossas relações e criamos logo uma cápsula protetora que nos impedirá de correr riscos. Paulo Coelho diz que "É preciso correr riscos, seguir certos caminhos e abandonar outros. Nenhuma pessoa é capaz de escolher sem medo".

As decepções virão, tanto quanto o fim das coisas, a morte do corpo e tantas outras circunstâncias que fazem o tempero da vida ter sabor. Mas o importante é que não tenhamos medo de viver de novo as experiências com outros companheiros, outros chefes, amigos, porque de tudo o que vivermos, a decepção é o que menos importa.

Fácil? De jeito nenhum. Sempre digo em minhas palestras que quem "fala ao público" é quem mais precisa ouvir o que diz. Também tenho meus medos e receios de "novas decepções" e é óbvio que a coisa não é tão simples. Mas conscientemente é indispensável que saibamos: o mais importante é a experiência em seu ápice da satisfação.

Vivemos experiências fantásticas, somos profundamente decepcionados e passamos a ter medo de viver outras experiências fantásticas pelo puro receio de sermos decepcionados de novo. Mas será que vale a pena pagar o preço da reclusão infinita por medo da decepção, mesmo sabendo que só se tornará decepção se o que acontecer antes for tão intensamente espetacular? Vale a pena não participar do espetáculo pelo medo de que ele acabe, quando sabemos que vai acabar em algum momento?

Chico Xavier dizia sempre: "Isso também passa". Porque tudo passa. O bom e o ruim. Se temos a consciência clara de que somos espíritos imortais a viver infinitas variações de experiências, por que ter medo de viver o novo "de novo" apenas porque o "velho" já passou e acabou?

Todas as dores que dilaceram nosso coração, quando não nos aniquilam as potências criativas e não nos levam às raias do suicídio e da loucura, são poderosos recursos de fortalecimento que nos transformam, com o tempo, em gladiadores valorosos. Mas gladiadores para digladiar com quem ou com o que? Com todas as decepções do futuro, que sabemos que um dia virão. Pode ser daqui 5 dias, pode ser daqui 50 anos. Não temos como prever. Mas temos como escolher hoje viver a magia das novas possibilidades do agora. Viver os encantos e as histórias mágicas que podem acontecer entre uma e outra decepção, significa viver a vida com toda a intensidade e gratidão a Deus pela oportunidade que Ele nos dá de mesmo em meio às agruras do caminho, receber suas dádivas.

Pense nisso!

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=39850

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Dar um tempo pode salvar o relacionamento amoroso?

Da REDAÇÃO

Saiba o que psicólogos avaliam sobre o tema e como esse período longe do parceiro pode ser fundamental para salvar (ou não!) a sua relação.



A relação esfriou. O entusiasmo de encontrar o outro já não é mais o mesmo. A vontade de conversar diminuiu. A paixão - motor para a relação existir - está na berlinda. 
O parceiro que sente o desejo ir embora entra numa tempestade de dúvidas. Por sua vez, o outro - que não vê problemas na relação acredita que está tudo na mais perfeita ordem - sofre com essa montanha russa emocional. 
Brigas constantes surgem porque as expectativas não se cruzam mais. Você já deve ter conhecido alguém que vivenciou uma situação assim, ou até mesmo já passou por isso... é a prova viva! E nesse caso, o que resta, então? Será que dar um tempo é, de fato, a melhor alternativa?

"Isso acontece, geralmente, quando a relação está desgastada e o casal não se entende, mas ao mesmo tempo não tem certeza se deseja terminar. E situações que podem levar a isso são típicas. Entre elas, quando um dos parceiros quer oficializar a relação, transformar o namoro em casamento, por exemplo, e o outro está inseguro. Aí acabam se separando para decidir o que fazer", explica a psicoterapeuta e psicóloga clínica pela USP, Triana Portal.

Ela entende que um tempo pode ser positivo, se bem conduzido e bem usado. É um período curto, mas suficiente, para resolver as pendências emocionais. No entanto, esse tempo deve acontecer em relações novas e menos sólidas como namoros. Isso porque, em relações mais maduras como casamentos, sobretudo quando há filhos, o ideal é que ambos enfrentem juntos os altos e baixos da vida a dois, mesmo que tenham de recorrer a um terapeuta de casais para ajudá-los.

Para a doutora em psicologia do Desenvolvimento Humano pela USP, Cristiane Pertusi, pedir um tempo é uma atitude muito arriscada, apesar de necessária em alguns casos. Uma vez que você pede um tempo, analisa a especialista, é bem comum que o outro comece a fazer um movimento que a doutora chama de "desinvestimento libidinal" [baixa libido] do relacionamento e do par.
No entanto, esse pedido de "dar um tempo" não pode ser conveniente porque aí é que está o grande erro. "Ficar longe do parceiro por um período apenas por conveniência é o que mais existe nas relações e significa apenas adiar um problema. Entretanto, este pedido de "dar um tempo" pode ser funcional e positivo quando for um desejo comum do casal e ambos concordarem com esta necessidade", avalia Cristiane.

Além disso, regras devem ser estipuladas para o tempo na relação. Até porque raramente o tempo é dado de comum acordo. Na maioria das vezes há sempre um parceiro que aceita - embora contrariado. Desta forma, o mínimo que se deve ter neste caso é manter o respeito durante a distância. "Isso deve ser um acordo, um combinado entre as partes, não dá para simplesmente deixar a coisa sem rumo e os parceiros desnorteados. Fidelidade deve ser considerada como parte do trato, afinal, o tempo é para avaliar a relação e os sentimentos. Não para testar outras experiências", avalia Triana Portal.


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fonte: http://estilo.br.msn.com/tempodemulher/amor-e-sexo/dar-um-tempo-pode-salvar-o-relacionamento-amoroso

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Parceiro não desejar casamento nem sempre significa falta de amor

Nem sempre o casamento está nos planos dos dois lados de um casal, por isso é importante alinhar as expectativas no relacionamento


Nem sempre um casal concorda em tudo. Muitas vezes um dos parceiros em um relacionamento sonha em se casar e o outro não quer nem pensar em botar os pés na Igreja ou no cartório. Pois é, isso acontece e é mais comum do que muitos imaginam! Apesar de se gostarem e estarem juntos há certo tempo, é comum que um lado do casal não tenha o mesmo interesse em casar assim como o outro. E isso não significa, necessariamente, que não ame ou que não tenha planos para aquela relação. É, eu sei, é uma ideia confusa, mas espero conseguir esclarecer ou ampliar as reflexões sobre o tema a seguir. 

A origem do casamento

Socialmente viemos de um contexto em que as relações existiam por movimentos políticos, serviam para firmar negócios e garantir um propósito social na vida das pessoas. Casar era uma negociação e uma obrigação social, não era considerado o desejo, o amor e sentimentos neste arranje, isto não cabia a um casamento. 
Os tempos mudaram e as relações também. Dessa forma, a escolha pessoal e sentimental passou a ganhar força e ser fundamental nas relações humanas. As pessoas passaram a buscar suas relações através de sentimentos, identificações, desejos e planos particulares para um futuro. Porém, ainda carregam consigo alguns tabus históricos e muitas vezes não se dão conta de que acabam apenas repetindo certos padrões. É o caso do casamento, que normalmente se torna gerador de confusão, pois, mesmo com tantas mudanças de hábitos e ideias, muitos casais ainda se veem diante de crises quando chegam neste ponto, sendo assombrados pelo fantasma da obrigação. 
Muitos casais, prestes a subir no altar, não sabem bem responder por que estão casando. E quando questionados, respondem algo similar a: "porque estamos na idade de casar", "porque namoramos há muito tempo", "porque todos já casaram", "para ter filhos", "porque sonho com a igreja e a festa" ou "porque minha família quer". 
Nestas respostas não vemos de fato uma consciência sobre o casamento! E esta falta de consciência sugere uma ausência de um desejo real, ou seja, falamos de fantasias e repetições de padrões sociais e mesmo que os noivos se amem, parece que o amor cede espaço para a obrigação, acaba faltando interação entre razão e emoção. É comum usarmos como discurso que o amor é quem nos une. Não discordo da importância deste ponto, mas, na verdade, não escolhemos ou ficamos com alguém unicamente por sentimentos amorosos. Vários estudos mostram que nos atraímos pela outra pessoa tanto por desejos primitivos, sexuais e de procriação (atração física) como também pela estrutura que aquela pessoa nos retrata, ou seja, sua personalidade e cultura. Buscamos, mesmo que inconscientemente no outro, preencher ou satisfazer nossas necessidades particulares. E este é o ponto, do conflito, pois o fato de gostarmos de alguém e estarmos há certo tempo com aquela pessoa não significa que ambas as partes pretendam casar! 

Por que casar ou não casar?

Muitas relações em nossas vidas são passageiras (independente o tempo), pois possuem como base o único interesse em satisfazer sua carência pessoal (tanto sexual, como também para ter uma parceria em certos momentos de vida). Mediante a isso, é muito comum casais permanecerem ao lado um do outro por anos e gostarem desta acomodação, mas não ter interesse em uma construção futura. E é este ponto que merece atenção! 
Não ter interesse em casar não significa que o parceiro não ame ou não tenha carinho sincero pela outra parte. O que pode estar acontecendo é que estas duas pessoas vivem momentos diferentes de vida ou mesmo possuem referências históricas bem opostas sobre o assunto. Há pessoas (tanto homens quanto mulheres) que crescem buscando, desejando ou imitando o sonho de um casamento. Assim como também há aqueles que entendem o casamento como um meio difícil e gerador de estresse ou de aprisionamento e por isso buscam evitar ou tardar o máximo que podem chegar a esta etapa de vida. 
Esta divergência do tempo e também nas formas de enxergar a vida por ângulos diferenciados são bases fundamentais a serem consideradas numa decisão conjunta e de longo prazo, como é a proposta do casamento. Não estou retirando a importância do amor ou dos sentimentos, ao contrario, estou agregando outros ângulos que merecem atenção, reflexão e diálogo do casal. E podem ajudar em um final feliz, independente se vão casar ou não. 

Diferentes opiniões

Não é preciso muito esforço para perceber se há uma divergência no casal quanto a este assunto. Basta um reparar na reação do outro quando o assunto surge. As piadinhas que sugerem ideia de estar aprisionado, usando coleira, perdendo a vida e a diversão, são movimentos que mostram que aquela pessoa não está favorável a ideia, ao menos não no momento. Também vale reparar nos noivados, que não possuem data para o casamento e podem durar anos e até década! Esta necessidade de adiar ou de não falar sobre o assunto mostra claramente que um dos lados não está muito a vontade com o plano ou mesmo que não deseja realizar esta etapa, mesmo que goste muito da pessoa. 
Ao contrario do que muitos dizem, morar junto não necessariamente é enrolar ou adiar casamento. Muitas vezes já é o próprio casamento, mas se torna mais leve, por estar livre das pressões sociais e familiares. Morar junto já uniu muitas pessoas e muitas se tornam casadas assim. Vivendo a experiência conjunta perdem o medo e abrem espaço para firmar um casamento. Porém, assim como tudo na vida, não devemos acreditar que morar junto serve para todos, porque isso não acontece. Isto é, há casos em que morar junto pode não firmar a relação. 
Não existe técnica ou forma ou tempo para casar. O que existe são duas pessoas diferentes, mas com pontos em comum, por isso se aproximaram e demonstram querer estar juntos. Estas duas pessoas, com seus sentimentos e visões sobre vida, pessoal, familiar e profissional, devem se questionar abertamente, conversando muitas vezes e assim formando opiniões sobre planos e desejos futuros, entendendo um ao outro. É este dia a dia que irá responder sobre o sim ou não! 
Durante o namoro, muita coisa pode ser respondida e serve para análise do futuro daquele casal. Exemplo: quando uma das partes vive falando como vai ser sua cerimônia de casamento, quantos filhos terão, como será sua casa e etc., esta pessoa está dizendo que pretende casar e busca uma parceria para concluir este desejo ou ideia. Assim como quando uma das partes vive ridicularizando, fazendo piadinhas que menospreze um casamento, ou só pensa em custos, valores, perdas de liberdade, então esta pessoa está dizendo que não vê o casamento como algo bom e talvez não seja algo desejado em sua vida, pelo menos por alguns próximos anos. 
Normalmente o maior conflito se dá porque o casal ignora estas mensagens sobre suas diferenças de ideias e momento de vida e mesmo assim, continuam fazendo planos com o outro, ignorando as divergências, acreditando que em algum momento o outro irá mudar! Desde então podemos já dizer que não existe uma proposta firme, nem tão pouco saudável ou com chances de dar certo, mesmo que se casem. O casamento é um contrato sentimental e também prático assinado e desejado por ambas as partes. Então é preciso que os dois lados montem o contrato em conjunto, com dados reais obtidos das conversas e das atitudes que presenciam um do outro e com as necessidades de ambas as partes. Só assim saberão. 
Uma relação boa e com chances de futuro acontece quando ambas as partes sonham em conjunto e partilham uma sintonia de ideias e desejos. Quando os projetos de vida não coincidem ou não estão no mesmo tempo é muito provável que a relação sofra conflitos e mesmo que se amem muito, isto não é garantia de casamento ou de felicidade. Talvez algumas perguntas a serem feitas, para quem pensar em se casar sejam: 
  • Quem seu sou?
  • Para onde quero ir?
  • Por que me casaria?
Depois de se fazerem essas perguntas, podem trocar as respostas e analisae. Isso tende a evitar que alguém saia magoado ou frustrado. 
Casar pode sim ser muito bom. E, acreditem, pode dar certo desde a primeira vez! Há muitos casos confirmando este sucesso e talvez o que todos estes tenham em comum é a existência dos dois lados assinando o contrato com um interesse similar, uma harmonia de desejos e projetos. Estar em sintonia não é querer as mesmas coisas ou concordar com o outro, mas é preciso que ambas as partes sintam que estão ganhando ou somando os planos de vida e não atendendo um pedido ou cumprindo uma etapa de vida. 
Sugiro a todos os casais, namorados e os casados também, busquem um ao outro para conversar sempre e assumam seus planos de vida. Tentem buscar o respeito e a existência dos dois na relação. Observem seus sentimentos e também os objetivos práticos da vida atual e futura. Refletir se o casamento dará certo ou se é o momento certo ou não, pode ajudá-los a entender alguns conflitos e também a encontrar soluções. 
Espero que sejam felizes! 
Psicologia


Fonte: http://msn.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17753-parceiro-nao-desejar-casamento-nem-sempre-significa-falta-de-amor

CURSO DE FORMAÇÃO EM COACHING


segunda-feira, 28 de julho de 2014

CURSO LIVRE DE TEATRO


4 BARES PARA FÃS DE MOTOS EM SÃO PAULO

RENAN GEISHOFER
No Dia do Motociclista resolvemos fazer essa lista para você poder dar uma volta com sua motoca e cuidar tanto dela quando do seu estômago.
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O Bar do Santa é uma boa sugestão
Verdadeiro xodó para muitos homens, as motos chegam a ganhar status de se tornarem membros da família para os mais aficionados pelo ronco dos motores e pela sensação de liberdade que sentem quando aceleram por ruas e estradas.
Por essa razão, é necessário ter locais onde os fãs das duas rodas possam se encontrar para curtir esse hobby. E nada melhor do que um bar para servir de cenário a esses encontros, não? Ainda mais por ocasião do Dia do Motociclista celebrado hoje!
Por isso, hombres, venham conosco neste guia em que indicamos os melhores bares em São Paulo para levar sua motoca para dar uma volta. Só não vai beber e sair pilotando, hein?
Seca Suvaco
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Já pelo nome você pode se sentir mesmo num ambiente bem macho alfa. O motivo da escolha desse nome são as motos com o guidão mais alto que deixam o suvaco dos pilotos recebendo o frescor dos ares.
O bar fica em uma rua paralela à Rodovia Raposo Tavares e é um convite para ser um ponto de encontro para as turmas que gostam de correr pelas estradas. A decoração é bastante rústica e estilos como o Rock’n’Roll, o Blues e o Country ditam a atmosfera sonora da casa. E há serviço de lava motos no local também. O programa completo para cuidar de você e da sua máquina.
Serviço
  • Onde fica? Rua Antonio Mariani, 320 – altura do Km 10 da Rodovia Raposo Tavares (Butantã – São Paulo/SP)
  • E para falar com a casa? (11) 3582-2102
  • E para mais informações? www.facebook.com/seca.suvaco
Johnnie Wash
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Esta é outra casa que trata sua moto com todo o carinho. Por lá o sujeito pode comprar peças, acessórios e deixar a máquina lavando ou consertando enquanto degusta um drinque, come um lance e joga sinuca. Nada mal, hein? Check-up na sua máquina e no seu estômago.
Serviço
  • Onde fica? Avenida Doutor Cardoso de Melo, 570 (Itaim Bibi – São Paulo/SP)
  • E para falar com a casa? (11) 3054-2323
  • E para mais informações? www.johnniewash.com.br
Bar do Santa
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A casa também conta com opção de lavagem de motos – incluindo as de grande porte como as do estilo Harley-Davidson. A trilha sonora do lugar costuma ganhar a participação de bandas – de rock, claro – e há variedade em cervejas.
Serviço
  • Onde fica? Rua Fidalga, 330 (Vila Madalena – São Paulo/SP)
  • E para falar com a casa? (11) 3297-5448 / 3297-5408
  • E para mais informações? www.facebook.com/Bardosanta
Rocket Riders
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A zona norte de São Paulo também tem opção para fãs de motos que podem encontrar loja, local para lavar suas máquinas, oficina para reparos e bar temático num único lugar.
Um diferencial da casa é oferecer o serviço de pegar sua moto onde ela estiver, levar para a oficina, arrumar o que tiver de ser arrumado e devolver para você que pode acompanhar todo o processo de conserto pela internet. Serviço 5 estrelas para a sua relíquia de duas rodas.
Serviço
  • Onde fica? Rua Conselheiro Moreira de Barros, 853 (Santana – São Paulo/SP)
  • E para falar com a casa? (11) 2973-7807
  • E para mais informações? www.rriders.com.br

Sobre o autor: Renan Geishofer

Renan Geishofer, ex-repórter do canal Bares e Baladas do site da Revista VIP, é um jornalista paulistano que está sempre de olho naquilo que lhe interessa: cervejas, esportes, política e comunicação. Mantém os blogs Me concede um aparte? e Vamos bebeer?, e tuíta no @renangeishofer.

Fonte: http://www.elhombre.com.br/4-bares-para-fas-de-motos-em-sao-paulo/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Coisas que você deve fazer antes de chegar aos 60 anos

Por Erisson Rosati , especial para o iG São Paulo


Com saúde e estabilidade financeira, os 60 podem ser a melhor fase da vida. Para aproveitar ao máximo listamos dicas que ajudam a chegar lá sem tropeços!

Se há algumas décadas fazer 60 anos significava se dedica aos netos, ao artesanato e ao bingo com as amigas, hoje o conceito é totalmente outro. Muitas pessoas afirmam que a vida começa aos 60. Com tempo livre de sobra, uma vida financeira estável e um corpo cheio de disposição, é sim possível viver o melhor da vida nesta fase.
Segundo a psicóloga e especialista em comportamento feminino Tabatha Moraes, o avanço da medicina e da tecnologia proporcionou um maior número de pessoas idosas ainda socialmente ativas. No entanto, muitas delas não se preocupam em planejar essa importante etapa da vida, o que acaba gerando frustrações por planos que não puderam ser colocados em prática.
“Para se chegar aos 60 anos sem arrependimentos, mais do que sonhar, é preciso realizar. Com isso, considero que traçar um plano de ação para alcançar objetivos a curto, médio e longo prazo seja importantíssimo para se manter motivado em qualquer idade”, aponta Tabatha.
Além de metas, a especialista em RH e life coaching Gisa Azevedo lembra que é preciso tentar equilibrar a atenção entre todas as esferas da vida: saúde física, mental, financeira, intelectual, amorosa e familiar, entre outras.
“Acho fundamental que a pessoa realize suas metas. E as pequenas conquistas são tão importantes quanto as grandes”, afirma.
Para ajudar a planejar melhor essa fase de plenitude da vida, separamos algumas dicas de o que dá para fazer antes de chegar lá. Quanto mais cedo, melhor. Assim vai ser possível aproveitar muito mais o lado bom de ser um sexagenário.
Veja a seguir 16 coisas que você deve fazer antes de chegar aos 60 anos:
  • Ter um plano para a aposentadoria: essa hora vai chegar. E o que você fará depois de deixar o emprego? Investir em um negócio próprio? Fazer só o que gosta? Estudar? Viajar? Morar na praia? Lembre-se que, parar completamente pode ser tedioso e até levar à depressão. Portanto, considere o que fazer, como fazer e quanto isso irá custar.
  • Guardar algum dinheiro: se preparar financeiramente é fundamental para garantir uma velhice tranquila. Guardando um pouco por mês, é possível chegar aos 60 com uma boa quantia para investir em antigos sonhos e ainda manter um padrão de vida aceitável
  • Criar uma sólida rede afetiva: muitas pessoas que chegam aos 60 se sentem sozinhas mesmo tendo família. Ao longo da vida, é importante fazer amizades sólidas e cultivá-las, fazendo o mesmo com os laços familiares. Lembre-se que família também inclui os amigos, e que os filhos não ficarão sob o seu teto para sempre.
  • Desenvolver uma rede confiável de contatos: ao longo da vida você conhecerá bons profissionais, que irão ajudar em diversos momentos. Guarde-os. Um bom advogado, um médico de grande competência ou até mesmo um mecânico de confiança. Ter pessoas com as quais você pode contar em diferentes áreas pode fazer toda a diferença na velhice.
  • Fazer um plano de viagens: sabe aqueles lugares que você sempre quis conhecer, mas nunca teve tempo, oportunidade ou dinheiro? Anote-os e vá, aos poucos, montando um plano de viagem para o futuro. Escolha um período que pode ser de um mês ou até um ano, para conhecer o maior número possível desses lugares. E, claro, planeje-se financeiramente para isso.

  • Retomar ou iniciar um hobby: a intenção aqui não é apenas resgatar a juventude, mas sim se manter ocupado e, o melhor de tudo, fazendo algo que gosta. Além de exercitar a mente, você pode até transformar o lazer em fonte de renda!
  • Ter um animal de estimação (ou vários): se tem algo que diminui com o tempo é a tolerância e a paciência. Por isso, aprender a lidar com animais de estimação desde cedo ajuda, e muito, a manter a mesma rotina com o avanço da idade. Além disso, a companhia de um ser que depende de você é importante para trazer conforto, afetividade e trabalhar os vínculos. Os netos não estarão com você todos os dias e é bom ter alguém de quem cuidar.Leia mais: O efeito bicho
  • Encontrar uma atividade física regular: o corpo é uma máquina e precisa ser exercitado sempre. E a idade traz consigo algumas limitações. Por isso, praticar um esporte que lhe dê prazer desde cedo facilitará a continuidade mesmo com o avançar da idade. Descubra aqui qual a atividade física ideal para você.
  • Morar fora durante algum tempo: a experiência de viver em outra cultura vai ficando mais difícil com a passar dos anos. Então, ao menos uma vez antes dos 60, tente passar algum tempo em outro país. Isso ajudará você a decidir, inclusive, se deseja morar fora do Brasil após a aposentadoria.
  • Investir em outra carreira: começar do zero após os 60 costuma ser bem mais complicado do que aos 30. A nossa cultura ainda valoriza muito a energia do jovem no mercado de trabalho. Por isso, se você tem vontade de tentar uma carreira totalmente oposta da sua, que tal fazer isso agora? Muitas vezes, esperar demais pode fazer com que as oportunidades se percam e, com elas, o entusiasmo.
  • Fazer as pazes com o próprio corpo: envelhecer é um processo natural e não pode ser mudado. Aprenda a aceitar seu corpo, as suas limitações e gostar de você como é. Isso não significa relaxar e perder a vaidade. Mas sim ter um pouco mais de benevolência ao olhar-se no espelho. Nada de criticar cada nova ruga ou fio de cabelo branco. Eles são parte da sua história e seu corpo é o melhor que você poderia ter. Invista em sua saúde e viva em paz com sua imagem, sem críticas.
  • Procurar o equilíbrio (mental e espiritual): estar em paz consigo é uma tarefa difícil. Buscar a ajuda de profissionais como terapeutas e psicólogos pode ajudar muito a entender a maneira como você funciona e, inclusive, libertar sua cabeça de alguns pensamentos e comportamento “incômodos”. O mesmo vale para quem acredita em uma força abstrata, seja ela qual for. Fazer as pazes com o mundo invisível ajuda a ter uma vida mais tranquila e aceitar as dificuldades impostas pelo tempo.
  • Acertar dívidas: e não estamos falando apenas das dívidas financeiras, mas das dívidas de ordem emocional. Assuma seus erros e busque consertá-los enquanto há tempo. Se você deve dinheiro ou favores para alguém, não negue. Assuma e negocie seus débitos e tente sanar todas as pendências assim que possível. Afinal, você não quer ver a poupança de uma vida escorrer pelo ralo, juntamente quando você mais irá precisar dela. Leia mais: Você sabe perdoar? Faça o teste e descubra.
  • Desenvolver a tolerância: aprenda que as pessoas são diferentes, o tempo é diferente e o mundo mudou. Envelhecer não significa ficar estagnado no tempo, mas sim ter a sabedoria de viver cada época da melhor forma possível. Aproveite mais as novidades que cada etapa da vida trará. Não se irrite por pouca coisa e tente aprender a ser flexível. Você será uma companhia muito mais agradável se agir assim, já que a tolerância é um dos segredos das amizades duradouras.
  • Aprender a apreciar a própria companhia: a única pessoa com quem você poderá contar 100% para o resto de sua vida é você mesmo. Então, que tal aprender a gostar pelo menos um pouquinho da solidão enxergando o lado bom de ficar sozinho?Atividades como ler um livro, assistir um filme e cozinhar para si mesmo não precisam ser chatas ou tediosas. Invista em você para ter o que dividir quando estiver acompanhado. Encontre prazer nas pequenas atividades diárias e aceite que ficar só ajuda a organizar os pensamentos e faz parte da nossa jornada.
  • Se apaixonar: seja por outra pessoa, por uma ideia, por um livro ou um projeto, não importa! Cultive e mantenha a paixão na sua vida. Ela é uma das maiores forças de realização e traz consigo o desejo de buscar mais e de envelhecer de maneira mais saudável.
Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/2014-07-25/como-envelhecer-bem.html


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Caminhada Urbana no Parque do Carmo - 02 de Agosto de 2014

CAMINHADA URBANA
 Parque do Carmo - Cerejeiras em Flor
(02 de agosto de 2014 - Sábado)

A nossa próxima caminhada urbana será no Sábado, dia 02 de Agosto,  no Parque Municipal do Carmo, que abriga oBosque das Cerejeiras, com mais de 4.000 pés de varias espécies de cerejeiras ( sakura ), a flor-símbolo do povo japonês. Ótimo local para se caminhar. 

Localizado na área da antiga fazenda do empresário Oscar Americano de Caldas Filho, o parque conta com uma imensa reserva de Mata Atlântica, além de uma vasta fauna e flora. Contém um Museu do Meio Ambiente, o Planetário do Carmo, lagos, estacionamento, anfiteatro natural, aparelhos de ginástica (barras), campos de futebol, ciclovia, pista para correr, playgrounds, quiosques e churrasqueiras.

http://ts4.mm.bing.net/th?id=H.4754637232276247&pid=15.1&H=120&W=160http://ts2.mm.bing.net/th?id=H.5004445340862233&pid=15.1&H=106&W=160

O  Bosque de Cerejeiras-de-Okinawa e um viveiro de produção de espécies arbustivas merecem destaque. É a segunda maior área fora do Japão com cerejeiras, árvore-símbolo do país oriental. Apenas Washington, DC nos Estados Unidos, possui mais cerejeiras que São Paulo.
 Lá faremos uma pausa para o lanche, que será feito na forma de uma grande confraternização, pois os próprios participantes levarão os alimentos e bebidas a serem consumidos

PROGRAMAÇÃO:
02/agosto/2014 (Sábado):
09:30 - Concentração dos participantes - Parque do Carmo - Portão 03 - Avenida Afonso de Sampaio e Sousa, 951 - Itaquera - São Paulo/SP. Estacionamento gratuito ao lado dos Bombeiros (semáforo à direita)
10:00 - Inicio da caminhada, para que todos apreciem a florada da especie Yukiwari - a estrela da festa. O Parque do Carmo possui hoje 2.300 exemplares das especies Yukiwari, Himalaia e Okinawa.
12:00 - Pausa para lanche no Bosque das Cerejeiras
14h00 - Retorno ao ponto de concentração
Nível de dificuldade: Baixo (percurso de aprox. 6,5 Km.), apenas não sendo recomendada para pessoas sedentárias ou que possuam algum problema cardíaco ou alérgico

INSCRIÇÕES:
Gratuitas. Por favor, apenas para nosso controle, inscreva-se pelo e-mail acacs-sp@santiago.org.br

O QUE LEVAR:
. Mochila de ataque.
. 01 par de tênis ou botas de caminhada (já amaciadas)
. Garrafinhas de água
. Roupas leves apropriadas para caminhadas
. Chapeu de abas ou boné
. Comes e bebes para o lanche
. Capa de chuva
. Medicamentos pessoais
. Protetor Solar
. Bastão de caminhada ou cajado
. Máquina fotográfica ou filmadora
. Agasalho  e               
Muita Disposição!!!!!!!!!!!!

“Inscreva-se já! Ajude-nos a transformar esta iniciativa em mais um sucesso. Venha caminhar conosco!”
Informações adicionais:

ÔNIBUS:
2522-10 – Vila Progresso – Shop. C.L. Aricanduva ;
3027-10 – Vila Minerva – Shop. Aricanduva  ;
3062-10 – Conj. José Bonifácio – Term. Vila Carrão