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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Beatriz Segall: "Não sou velha, aos 85 anos sou no máximo antiga"

A atriz reestreia no teatro com Herson Capri, fala sobre o assédio até hoje por conta de Odete Roitman e diz como é envelhecer diante do público

Luciana Franca, iG São Paulo

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Beatriz Segall: "Não sou velha, aos 85 anos sou no máximo antiga"A atriz reestreia no teatro com Herson Capri, fala sobre o assédio até hoje por conta de Odete Roitman e diz como é envelhecer diante do público

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Beatriz Segall: "Não sou velha, aos 85 anos sou no máximo antiga"A atriz reestreia no teatro com Herson Capri, fala sobre o assédio até hoje por conta de Odete Roitman e diz como é envelhecer diante do público

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Foto: André Giorgi Ampliar
Beatriz Segall sobre seu mais famoso papel: "As pessoas se confundem, é comum eu entrar numa loja e o caixa dizer: 'olá dona Odete'"

Um retrato de Beatriz Segall pintado pelo ex-sogro, Lasar Segall, nos faz companhia na iluminada sala de estar enquanto a atriz não chega para a entrevista. Ela abriu seu apartamento em São Paulo para falar sobre a reestreia da peça “Conversando com Mamãe”, que está em cartaz no Teatro Renaissance, na capital paulista. Beatriz é só elogios para seu parceiro de cena, o ator Herson Capri, que interpreta seu filho cinqüentão. No bate-papo, a atriz conta ainda que é uma “maravilha” como mãe, revela que não assiste a novelas e diz que envelhece bem porque ainda tem sonhos. “Eu não sou velha, aos 85 anos sou no máximo antiga”, dispara.

Não tenho interesse (em assistir novelas). Só vejo jornal"
E sem perder o humor ela fala sobre o inevitável: sua personagem Odete Roitman da novela “Vale Tudo”, de 1988. “As pessoas se confundem, é comum eu entrar numa loja e o caixa diz olá dona Odete.”Confira o bate-papo:

iG: Como enfrenta essa maratona de teatro?
Beatriz Segall
: Quando eu comecei a fazer teatro, a gente fazia de terça a domingo, eu era muito mocinha e eu aguentei isso até os anos 1970. Era uma coisa normal, você tinha uma folga na segunda-feira. Depois começou a ter mais folgas até chegar ao ponto que chegamos. Acho que a televisão, claro, influenciou muito nessa situação, mas como o teatro é um elemento cultural muito pouco valorizado, inclusive pelo Ministério da Cultura e pelas secretarias de cultura, a gente vai tendo que se adaptar aos hábitos e aos costumes. Não há nenhum estímulo maior para as pessoas irem ao teatro. Então isso nos foi obrigando a diminuir o número de sessões. Para mim é bom trabalhar só às sextas, sábados e domingos, mas para a bilheteria do teatro, para as despesas do teatro, para o que custa montar uma peça, é bastante ruim.


Foto: André Giorgi
"No trabalho há uma diferença de tom, mas de interpretação, não. Prefiro teatro, mas topo tudo", diz a atriz

iG: A peça retrata a relação de mãe e filho. Como a senhora é como mãe?
Beatriz Segall:
Como mãe, eu sou uma maravilha! (risos). Tento o máximo possível não me meter na vida dos meus filhos e das minhas noras. Tenho muita sorte, tenho noras ótimas, que são noras amigas. Isso facilita muito. Meus filhos são ótimos, então não tenho problemas, graças a Deus.

iG: Em qual ambiente sente-se mais confortável: teatro, cinema ou TV?
Beatriz Segall:
Sou atriz para qualquer um dos três. Eu mudo conforme o ambiente em que estou. Num teatro de 800 lugares, é claro que eu tenho que me preocupar com os que estão na últimas filas. Se estou num teatro de 300, 400 lugares eu me importo menos porque eu sei que a voz chega mais facilmente. No trabalho há uma diferença de tom, mas de interpretação, não. Prefiro teatro, mas topo tudo.

Se você se prepara, lê, estuda, você continua sonhando e tendo interesses, você envelhece bem"
iG: Tem algum projeto na televisão?
Beatriz Segall:
Televisão você não projeta. Na televisão você não se oferece, você é chamado. Você não escolhe, é escolhido

iG: A senhora é contratada da Globo?
Beatriz Segall:
Não, nunca fui. Eu sou independente.
iG: Como é o Herson Capri como companheiro de cena?
Beatriz Segall:
É um colega de trabalho extraordinário, fora do comum, Ele tem uma dedicação, uma gentileza enorme. É maravilhoso trabalhar com ele por causa do talento, da capacidade e, sobretudo, dele como pessoa, que é extremamente delicado, gentil, amável, seguro em cena. Adoro trabalhar com ele. É a primeira vez, só fizemos (a série) “Aeio Urca”, mas ele tinha um papel pequeno.

iG: O que a senhora gosta de ver na televisão hoje em dia? Acompanha novelas?
Beatriz Segall:
Não, eu não tenho interesse. Só vejo jornal.

iG: Que novela gostaria que fosse reprisada?
Beatriz Segall:
“Água Viva” (de 1980) foi uma novela maravilhosa, da qual se fala pouco. Tinha um elenco bom, foi muito bem feita.

iG: Como a senhora dribla o assédio de várias gerações por causa da personagem Odete Roitman, já que "Vale Tudo" foi exibida algumas vezes?
Beatriz Segall:
É cansativo quando as pessoas insistem, são inconvenientes, mas de modo geral não. Eu passo por cima. As pessoas se confundem, é comum eu entrar numa loja e o caixa dizer: ' olá dona Odete'.
iG: E a senhora os corrige?
Beatriz Segall:
Eu falo: ‘não sou dona Odete, sou dona Beatriz’.


Foto: André Giorgi
"Como mãe, eu sou uma maravilha! (risos). Tento o máximo possível não me meter na vida dos meus filhos e das minhas noras. Tenho muita sorte, tenho noras ótimas"

iG: Há alguns anos a senhora disse numa entrevista que se incomodava com os cartazes pendurados em São Paulo. Como vê a cidade hoje?
Beatriz Segall: A Cidade Limpa foi uma ideia do José Serra extraordinária e vejo o Rio de Janeiro coberto com aqueles cartazes todos e fico com pena dos cariocas. São Paulo ganhou muito com isso, ficou uma cidade mais limpa. Não dá para dizer quanto à varrição. É uma cidade que cresceu demais, mas que oferece uma série de vantagens para quem mora aqui. É uma grande metrópole, você tem tudo o que quiser aqui. Os paulistanos deveriam ser melhores tratados, no sentido de ter uma cidade mais agradável, com mais verde, com mais espaço publico, com menos buracos, com menos calçadas quebradas. São Paulo precisa desses confortos básicos, andar na rua sem levar um tombo.

iG: A senhora tem algum ídolo na profissão?
Beatriz Segall:
Já me apaixonei quando era criança por muitos atores, Errol Flynn, Charles Boyer, esses atores me encantavam muito. Mas não tenho grandes mitos a não ser a Bette Davis, que eu acho a maior atriz americana.

Não tenho nem computador. De vez em quando eu sinto que deveria ter, mas a preguiça é muito grande"
iG: A senhora já foi comparada a ela.
Beatriz Segall:
É e eu não sei o porquê.

iG: Provavelmente porque assim como ela no cinema, a senhora ficou marcada como uma grande vilã da TV. Esse rótulo incomoda?
Beatriz Segall: Fiquei marcada por vilã por dois motivos. Primeiro porque fiz a Lurdes Mesquita (em “Água Viva"), que era uma personagem excelente, que não tinha nada a ver com a Odete Roitman, e que mostrou como é bom fazer papel de vilã. Esse papel era da Tônia Carreiro e ela não queria fazer. Não me avisaram que era uma vilã. Fui percebendo aos poucos e isso me fez muito bem. Eu fiz com muita calma, com naturalidade, o papel cresceu. E é assim que deve ser feito porque o vilão não sabe que é vilão. Isso fez com que a vilã fosse até simpática. A Odete Roitman era até engraçada. A partir daí os atores começaram a querer fazer vilões porque são eles quem conduzem as novelas. Até então os atores pleiteavam ganhar mais quando tinham que fazer um vilão porque perdiam em publicidade. Ninguém iria chamar Odete Roitman para fazer um anúncio.

iG: O publicitário Washington Olivetto chamou.
Beatriz Segall:
Ele foi o único, fez uma coisa inteligentíssima. Eram 5, 6 horas da tarde do dia anterior de ir ao ar a morte da Odete Roitman. Ele ligou e me disse que iria comprar uma fotografia minha para um anúncio da associação das seguradoras em que estaria escrito: ‘Faça seguro. Você nunca sabe o dia de amanhã.’ Saiu em todos os jornais. Eu dei uma gargalhada, achei genial. Aceitei o que eles ofereceram porque achei a ideia muito boa.

iG: Tem alguém com quem gostaria de contracenar?
Beatriz Segall:
Talvez com o Paulo Autran, que eu perdi. Ele era meu vizinho, morava neste prédio. Trabalhei com muitos bons atores e com muitos maus atores, que infernizaram a vida. Mas em compensação estou agora com o Herson Capri, que é muito talentoso e é uma satisfação trabalhar com ele.

iG: Como é envelhecer diante do público?
Beatriz Segall:
Envelhecer, o que é isso? (risos). Eu não sou velha, aos 85 anos sou no máximo antiga. Vaidoso todo mundo é, até os feios e horrorosos são vaidosos. E fazem muito bem de ser. Me cuido, sobretudo quanto à saúde. Faço um pouquinho de ginástica, mas me alimento muito mal, como pouco, em horas variadas, não tenho horário. O que acho importantíssimo é você se preparar e saber que a idade uma hora vai chegar e que ela é sempre carregada de coisas boas. Se você se prepara, lê, estuda, você continua sonhando e tendo interesses, você envelhece bem.

iG: Com o que a senhora continua sonhando?
Beatriz Segall:
Com o máximo que eu posso. Sonho com viagens maravilhosas, quero ver meus netos casando, quero ter bisnetos.
iG: Com quem viaja, que roteiros gosta de fazer?
Beatriz Segall:
Viajo com amigos e às vezes vou em excursões. Conheço bem as grandes cidades, ainda não conheço Berlim, que é uma falha. Há lugares que tem que repetir como Paris e Londres também. Mas em geral eu gosto de lugares que eu nunca imaginei na vida que iria como Japão, China, Tailândia e Tunísia.


Foto: George Magaraia
Beatriz Segall e Herson Capri em cena na peça "Conversando com Mamãe"

iG: A senhora já morou em Paris na juventude. Como é voltar para lá?
Beatriz Segall:
É a minha cidade. É o único lugar no mundo em que eu me sinto bem mesmo quando estou sozinha. Me sinto em casa. Apesar de ter mudado muito, Paris é uma cidade extraordinária porque ela conserva sua antiguidade arquitetônica e ao mesmo tempo é uma cidade muito moderna.

iG: Nessas viagens, a senhora costuma ser reconhecida por fãs estrangeiros?
Beatriz Segall:
Na França não. Na Itália sim e em Portugal sem dúvida. Mas onde eu fiquei mais admirada foi num hotelzinho de interior na Capadócia, na Turquia. O gerente me conhecia das novelas. Depois, viajando pelo país, entrei numa loja e o rapaz que estava atendendo teve um ataque. Queria chamar a mãe dele para me conhecer. Eu não atribuo isso a mim, atribuo ao fato da Globo vender as novelas. Aqui na América do Sul dificilmente a gente anda como desconhecido.

iG: Já tem outro texto em vista para encenar?
Beatriz Segall:
Estou começando esse processo. Não está fácil. Durante muito tempo da minha vida eu tinha um amigo que não era de teatro e me trazia sugestões ótimas. Fiz várias peças sugeridas por ele, mas ele faleceu e infelizmente não tenho alguém assim. Tenho muitos amigos que viajam e trazem notícias de peças e tal. Fora disso, tenho que me informar, botar pessoas para procurar na internet, nos jornais da França, da Itália, Inglaterra. Até de Nova York. Mas estão faltando bons textos.

iG: A senhora não usa internet?
Beatriz Segall:
As pessoas que pesquisam para mim. Não tenho nem computador. De vez em quando eu sinto que deveria ter, mas a preguiça é muito grande.


Foto: André Giorgi

"Entrei numa loja na Turquia e o rapaz que estava atendendo teve um ataque. Queria chamar a mãe dele para me conhecer", conta sobre o assédio

Fonte: http://gente.ig.com.br/beatriz-segall-nao-sou-velha-aos-85-anos-sou-no-maximo-antiga/n1597611623565.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Você se arrepende de que?

    Livro lista arrependimentos de pessoas prestes a morrer
 
 

"O principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queriam", diz autora


Uma enfermeira australiana lançou um livro com uma lista de cinco principais arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer.
Bronnie Ware, que é especialista em cuidados paliativos e doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro "confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte", confissões que, segundo ela, mudaram sua vida.
"Encontrei uma lista grande de arrependimentos, mas, no livro, me concentrei nos cinco mais comuns", disse a autora à BBC.
  • "O principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queriam e não o que outros esperavam que fizessem", acrescentou.
  • "Outro arrependimento comum é de não terem trabalhado um pouco menos, o que fez com que perdessem muitas coisas em suas vidas", disse Ware.

O livro de Ware, intitulado The Top Five Regrets of the Dying - A Life Transformed by the Dearly Departing ("Os Cinco Maiores Arrependimentos à Beira da Morte", em tradução livre) relata as experiências da autora durante anos de trabalho em cuidados de doentes terminais.

Os pacientes de Ware, geralmente, eram pessoas que já não tinham chances de recuperação e podiam morrer a qualquer momento.

A enfermeira afirma que isto permitiu que ela compartilhasse com estes pacientes "momentos incrivelmente especiais porque passei com eles as últimas três a doze semanas de suas vidas".

Texto viral
Ware conta que a ideia para o livro surgiu depois que um artigo que publicou em seu blog transformou-se em um texto viral, espalhando-se pela web.

"As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade", afirmou.

"Cada pessoa experimenta uma série de emoções, como é esperado, que inclui negação, medo, arrependimento, mais negação e, em algum momento, aceitação."

  • A enfermeira garante que cada um dos pacientes que tratou "encontrou sua paz antes de partir".
  • Ware disse à BBC que, durante os anos em que trabalhou com estes pacientes, percebeu também que muitos se arrependiam de não terem tido "coragem para expressar seus sentimentos".

"E isso se aplica tanto aos sentimentos positivos quanto aos negativos."

"Muitos diziam: 'queria ter tido coragem de falar que não gostava de uma coisa', ou então que queriam ter tido coragem de falar às pessoas o que realmente sentiam por elas", afirmou.

Amigos
  • Bronnie Ware também destacou outro arrependimento que notou entre seus pacientes: o de ter perdido o contato com os amigos.

A enfermeira afirmou que os amigos são importantes no fim da vida, uma vez que os parentes que acompanham um doente terminal também enfrentam muita dor.

Uma pessoa no leito de morte, segundo Ware, sente falta dos amigos, mas, muitas vezes, a perda de contato ao longo dos anos impede um reencontro.

  • A enfermeira também chama a atenção para o fato de que as pessoas se arrependem do que não fizeram. Na maioria dos casos observados por ela, as pessoas não pareciam se arrepender de algo que tinham feito.
A autora afirma que espera que seu livro "ajude as pessoas a agir hoje e a não deixar as coisas para amanhã e se arrepender depois".

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/livro-lista-arrependimentos-de-pessoas-prestes-a-morrer/n1597610629110.html

Veja 12 dicas para ser (mais) feliz


 A busca pela felicidade é uma constante na vida de todos.
 Não existem regras e nem fórmulas exatas para alcançar a felicidade.
 Mas é cada vez maior o número de pessoas que recorrem a livros de auto-ajuda, palestras e dicas para conseguir enxergar e desfrutar do sentimento.
 
No livro The World Book of Happiness, o escritor belga Leo Bormans coletou as descobertas dos maiores especialistas do mundo sobre a psicologia da felicidade. Na publicação, estão compiladas dicas de 100v especialistas de 50 países. A obra está disponível no Brasil por meio de encomendas, mas ainda apenas na versão original, em inglês.

O jornal inglês Daily Mail publicou 12 delas. Confira:

1 - Aceitar o que se tem: Como o Dr. José de Jesus Garcia Vega, da Universidade de Monterrey, no México, confirma, deve-se aceitar as coisas como elas são. "Gastamos um monte de tempo reclamando sobre as coisas que acontecem conosco, mas isso é um desperdício de tempo e esforço", diz ele. "Para ser feliz, precisamos aproveitar o que temos". Pesquisas mostram que pessoas felizes têm níveis modestos de expectativas e aspirações - eles querem o que eles podem obter. Isso é porque eles lutam por metas realistas e estão felizes com a sua sorte.

2 - Gostar do que faz: Pessoas felizes fazem o que gostam e gostam do que fazem - e não o fazem por dinheiro ou glória. "Muitos esquecem que têm permissão para ser feliz no trabalho também. É comum passar os melhores anos da vida tentando ganhar dinheiro, sacrificando saúde e família no processo", diz o Dr. Garcia Vega. Mais tarde, eles gastam o mesmo dinheiro que eles fizeram trabalhando para tentar recuperar sua saúde e família perdida.

3 - Viver para hoje: A dica é não se debruçar sobre o passado, sobre as coisas que foram feitas de errado. Da mesma forma, não é preciso sonhar com um futuro idealizado que não existe ou se preocupar com o que não aconteceu ainda. Para ser feliz deve-se viver para o agora. Se você não pode ser feliz hoje, o que faz você pensar que amanhã será diferente?

4 - Escolher a felicidade: Não tenha medo de voltar atrás e reavaliar seus objetivos. Imagine sua vida como uma história que pode ser revisada. Este tipo de abordagem flexível requer pensamento positivo e uma mente aberta ¿ é preciso escolher ativamente para ser feliz.

5 - Relacionamentos: Normalmente começamos os pensamentos sobre felicidade envolvendo outras pessoas e nos apoiando em outros. Lembre-se de que, assim como outras pessoas podem nos fazer felizes, todos nós somos "outras pessoas" para alguém. Portanto, cultive os relacionamentos com os que lhe são importantes.

6 - Manter-se ocupado: Pessoas ativas, ocupadas e sociais são mais saudáveis e mais felizes. Se quer ser feliz, desenvolver uma personalidade sociável - aceite convites para sair, ir a reuniões, festas. A melhor maneira de saborear o prazer está na companhia de outros. "Construir uma rica vida social", diz M. Eunkook Suh, professor de psicologia da Universidade Yonsei, em Seul, "não como uma obrigação, mas porque é gratificante, significativa e divertida".

Matéria completa: http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI5579390-EI16610,00-Veja+dicas+para+ser+mais+feliz.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cracolândia



Cracolândia é o tema do segundo Diálogos da Rede Folha
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Trazer à tona um retrato realista da situação dos moradores e frequentadores da cracolândia, no centro de São Paulo, sob a perspectiva de quem vivencia o dia a dia da região, ante as recentes ações para sua recuperação. Esse foi o ponto central da segunda edição dos Diálogos da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais, realizado no último dia 24 de janeiro.

A atuação da Polícia Militar, afirma o coronel Alvaro Batista Camilo, comandante da PM, só aconteceu após a mudança de paradigma das pastas de Assistência Social e de Saúde do município. Até então, a PM estava inerte na região porque fora "orientada [por essas secretarias municipais] a não agir para dar espaço à assistência social".
"Eles chegaram categoricamente, a Assistência Social e a Saúde, em uma reunião no Palácio do Governo [e disseram]: 'Não temos condições de trabalhar'. Precisamos que a polícia retire os traficantes para podermos acessar os usuários", ressalta Camilo, que participou do programa, mediado por Vaguinaldo Marinheiro, repórter especial da Folha, ao lado de Raquel Barros, da ONG Lua Nova, e Lucas Carvalho, do Projeto Quixote.
Para Camilo, embora com o mesmo foco -o resgate das pessoas- a ação dos diferentes atores "nunca deve ser conjunta". "Onde atua a polícia, não atuam assistência social e saúde. O foco da policia é quebrar a logística do tráfico. É criar condições para que outros órgãos trabalhem", defende.

A empreendedora social e psicóloga Raquel Barros questiona a abordagem inicial da PM, feita "no tranco", mas defende a internação compulsória se for para gerar proteção, vínculo e desenvolvimento de potencial.
Especializada no trabalho com mulheres grávidas em situação de risco, Barros denuncia que mulheres são usadas na Cracolândia como fornecedoras de bebês para traficantes de crianças. "Essa pessoa engravida mulheres de lá e que depois pega a guarda do filho e vende. Como se fosse uma máfia de venda de crianças nascidas ali."

Na avaliação de Lucas Carvalho, cujo projeto focaliza crianças nessa região, a retirada da população não evitará que problemas como esses aconteçam no entorno. "Tem muito crime de menores, aliciamento. Ainda há em muitas crianças que atendemos que fazem programas em troca da droga."
Por isso não se diz otimista com a operação. "Não é um fenômeno de droga, é um fenômeno maior que está muito além do uso e abuso do tráfico de crack naquela região", comentou.

EMPREENDEDORES SOCIAIS
A série "Diálogos com a Rede Folha" conta com integrantes da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais. Lançada em 2011, a Rede Folha é formada por 50 organizações chanceladas pelos prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro, da Folha, que juntas beneficiam, 2,3 milhões de pessoas, direta e indiretamente, em áreas como ambiente, educação, inclusão e saúde.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/1042010-cracolandia-e-o-tema-do-segundo-dialogos-da-rede-folha.shtml

O que é:  Diálogos com a Rede Folha:

Nova Mulher: Com iniciativa e independente

Raí - Um homem tímido e sensível

Ele foi pai aos 17 anos, ídolo do futebol aos 24 e avô aos 33! Hoje, aos 46 anos, declara admiração por mulheres com iniciativa e independentes.

Melissa Lenz

Raí - Eu acho interessante esse movimento da postura da nova mulher, que é uma coisa que muitas vezes assusta os homens. Mas eu acho superinstigante, e admiro muito mulher com iniciativa, independente. Eu acho mais fácil de lidar, é o tipo de comportamento que me atrai, que eu admiro mais.

Em campo, ele foi um dos jogadores mais cobiçados do mundo (e pela torcida feminina então, nem se fala!). Mas a sua grandeza não ficou no passado junto com a carreira no futebol. Em uma conversa franca com o Tempo de Mulher, o tímido e sensível Raí, 46, revisitou sua infância e falou de escrita, filosofia, política, futebol, sonhos, casamento - e, claro, mulheres...

Tempo de Mulher - Pra começar, você escreveu um livro sobre quatro crianças que descobrem que podem fazer diferença no mundo.

Raí - Na verdade são personagens de uma turma que começa a perceber que não existe cada um no seu mundo, que tudo é uma coisa só. É aquela fase em que a criança descobre a interdependência entre as pessoas, que todos são um, e que temos que lutar para melhorar o mundo. É por isso que se chama Turma do Infinito [lançado recentemente pela editora Cosac Naify].

TDM - Que paralelo isso tem com o Raí quando criança?

Raí - É muito difícil, né?! (risos) Eu acho que tem uma coisa que eu ainda guardo, principalmente com meus amigos mais íntimos, que é esse lado infantil e brincalhão. Eu sinto um prazer, não só emoção, em pequenas coisas, como andar de bicicleta, por exemplo. Tem algo muito vivo dentro de mim, e acho que está muito presente ali no livro. Fui muito privilegiado por ter tido os meus pais e irmãos. Sou o filho caçula de seis, então fui cercado de muito carinho e atenção. Acho que esse privilégio de ter tido pais carinhosos, atenciosos e uma boa estrutura familiar me deu uma segurança para crescer na vida. E é isso que quero passar também pras outras pessoas, questões como "O que existe?", "Só tem o meu mundo?", "Qual o sentido das relações de amizade?", são questionamentos que a princípio despertam uma insegurança, e acho que essa segurança que tive crescendo ao lado dos meus pais, eu tento retratar também ali, a busca de segurança por meio da amizade, digamos assim.

TDM - E você acha que ter escrito um livro teve a ver com o fato de você ter mergulhado na filosofia?

Raí - Com certeza. Eu acho que isso atiçou. Tive a ideia na época que fiz alguns cursos de Filosofia, e ela não saía da minha cabeça, fiquei refletindo. Então tentei adaptar essas minhas reflexões, as coisas que acredito na vida, para uma linguagem infantil. Aí que veio a ideia do livro. Realmente, o contato com a filosofia me influenciou para seguir essa linha da história. Não é um livro de filosofia, mas tem aquela pitada de instigar, de chegar a uma reflexão, a questionamentos. São curiosidades sobre nós mesmos...

TDM - Você acha que você sempre foi um cara indagador? Porque você foi muito precoce: pai aos 17, avô aos 33, ídolo do futebol aos 24...

Raí - Eu acho que fui muito... (pensativo). Acho que teve muita coisa instintiva e meu destino foi reagindo a isso. Então teve alguns acontecimentos, meio que tropeços do destino... Mas sempre foi uma coisa muito intuitiva, eu sempre fui uma pessoa muito tímida. Acho que o fato de ser questionador da vida assim com tudo vem dessa coisa de eu mais ouvir do que falar. Agora eu estou mais falador, mas antes era mais observador. As pessoas sempre achavam que eu era distraído. Eu sou distraído, mas estou sempre observando. O casamento [com Cristina Bellissimo] não foi programado cedo. O fato de eu ter casado é que me levou a levar a carreira do futebol a sério.
de bicicleta, por exemplo. Tem algo muito vivo dentro de mim, e acho que está muito presente ali no livro. Fui muito privilegiado por ter tido os meus pais e irmãos. Sou o filho caçula de seis, então fui cercado de muito carinho e atenção. Acho que esse privilégio de ter tido pais carinhosos, atenciosos e uma boa estrutura familiar me deu uma segurança para crescer na vida. E é isso que quero passar também pras outras pessoas, questões como "O que existe?", "Só tem o meu mundo?", "Qual o sentido das relações de amizade?", são questionamentos que a princípio despertam uma insegurança, e acho que essa segurança que tive crescendo ao lado dos meus pais, eu tento retratar também ali, a busca de segurança por meio da amizade, digamos assim.
Fonte: http://tempodemulher.com.br/artigos.asp?CP=TDM&cod=1044&PG=TM_O07


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Casamento

Batom colorido e vibrante é aposta para noivas que se casam no verão

MAYARA ALVES Colaboração para o UOL   
Batons coloridos criam contraste e são opções interessantes para noivas que vão se casar no verão
Se apostar no make marcante nos olhos é, normalmente, a opção mais comum entre as noivas, incrementar a maquiagem com um toque de cor nos lábios deixa tudo mais alegre. “É uma questão de gosto. Algumas mulheres não abrem mão do batom colorido. E nem devem! Principalmente em seu casamento”, comenta o maquiador João Boccaletto, do Salão Loft, de São Paulo.

A cara do verão, o look com boca colorida para noivas é uma boa pedida para criar contrastes. Afinal, o vestido costuma ser branco. “A noiva pode optar por combinar a cor do batom com a cor do buquê ou do sapato. Mas, se não quiser nenhuma dessas, ela pode simplesmente ousar e usar uma cor inédita ao seu look nos lábios”, aconselha João.

“Sempre que a boca vem colorida, ela passa a ser o centro do make. Ela chama mais atenção que o resto”, comenta Boccaletto. Por isso, é importante ter sempre um cuidado maior para manter a cor viva durante toda cerimônia e festa. “Laranja, pink e vermelho são sempre as cores mais queridinhas das mulheres quando o clima é quente”, completa João.

Fonte: http://estilo.uol.com.br/casamento/ultimas-noticias/redacao/2012/01/23/batom-colorido-e-vibrante-e-aposta-para-noivas-que-se-casam-no-verao.htm

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Pic Nic no Parque da Água Branca

Domingo ensolarado, nada melhor do que estar com amigos,  rir, falar da vida.

Qualidade de vida também é uma questão de escolhas.
São Paulo favorece o encontro, as amizades, o compartilhar.

O Parque da Água Branca está localizado num local estratégico, próximo ao centro.
É um local democrático onde convivem crianças, idosos, animais, famílias, grupos de amigos.


Tivemos a presença de Teresa criadora do grupo: Saia na Noite
Em 1992 foi criado o Saia na Noite, primeiro grupo de mulheres ciclistas do Brasil. Saem de bicicleta à noite, de uma forma descontraída, alegre, com roteiros agradáveis, seguros, sempre respeitando o ritmo de todas, da primeira à última ciclista. O grupo sempre é levado por guias experientes.

A idéia do grupo Saia na Noite é reunir mulheres que gostem de pedalar, ensinando as iniciantes a ter uma postura ideal ao pedalar e a ter segurança no trânsito. 

sábado, 28 de janeiro de 2012

Conhece a ginecologista do esporte?

Hoje já existe essa especialidade voltada ao atendimento da mulher praticante de atividade física
Yara Achôa, iG São Paulo



O número de mulheres praticantes de atividades físicas cresceu muito nos últimos anos. Profissionais ou amadoras, elas estão em busca de uma vida mais saudável e melhores resultados.
Mas, como todas as mulheres, estão sujeitas a incômodos que podem comprometer a realização dos exercícios – muitas vezes as afastando do esporte – e atrapalhar a performance.
Foi pensando nesse público que a ginecologia se uniu à medicina esportiva e passou a dar atenção especial a essas particularidades.
Para entender melhor a especialidade, conversamos com a ginecologista do esporte Tathiana Parmigiano, do Hospital do Coração (HCor). Formada pela Unifesp, ela atua nas seleções brasileiras de judô e basquete e no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, em São Paulo (SP). A convite do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) Tathiana também integrou o corpo médico e acompanhou a rotina das atletas brasileiras nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, realizados em outubro no México.

iG- A partir de quando a mulher que pratica esporte passou a receber atenção especial?
Tathiana Parmigiano-
Os estudos com esse público se intensificaram após 1972, quando o presidente americano Richard Nixon exigiu igualdade de oportunidades entre homens e mulheres nos esportes. O número de praticantes aumentou muito e suas particularidades passaram a exigir cuidados especiais. Hoje temos corridas de rua só para mulheres, artigos esportivos para mulheres, representamos 42% do número de participantes nas últimas Olimpíadas. Isso é um feito importantíssimo! A ginecologia do esporte surgiu para cuidar das mulheres esportistas.

iG- Como esse especialista pode ajudar?
TP-
O objetivo é informar a mulher que pratica atividade física que ela deve estar atenta ao próprio corpo e que o ciclo menstrual não deve impedir a prática de esporte ou piorar o rendimento. Além disso, orientações sobre incontinência urinária e cuidados com as mamas, muitas vezes subestimados, estão na lista de temas e problemas abordados por esses profissionais.
iG- Cólica menstrual e TPM podem tirar a mulher do esporte?
TP-
Elas podem ser incapacitantes para a prática de atividade física, sim. Desde levar a perda de uma aula, um treino, até comprometer o rendimento em um evento competitivo. Hoje podemos minimizar esses sintomas com contraceptivos hormonais, antiinflamatórios e outros recursos. Não é justo que algo tão feminino como o ciclo menstrual vire nosso inimigo. Nenhuma mulher deve se acostumar com cólicas ou TPM. Muito menos aquela que pratica exercício.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Laerte se recusa a usar banheiro masculino e gera polêmica na web

Pessoas que se vestem com roupas do gênero oposto devem usar qual banheiro?

O cartunista paulistano Laerte Coutinho, 60, tem sido motivo de comentários no Twitter nesta quinta-feira (26). O alvoroço começou na noite da última quarta-feira (25), quando Laerte - que é crossdresser (pessoa que se veste com roupas do gênero oposto) - postou na rede social que fora instado pelo gerente de um restaurante da capital paulista a usar o banheiro masculino. O pedido veio depois que uma freguesa reclamou ao se deparar com ele no banheiro feminino.

O cartunista estuda a possibilidade de entrar com uma ação contra o estabelecimento, alegando discriminação. O episódio foi o suficiente para levantar a discussão no Twitter. Aqueles que concordam com Laerte alegam que o fato de ele se ver como mulher o credencia a usar o banheiro feminino e que no banheiro masculino ele estaria sujeito a sofrer algum tipo de violência. Já os que são contra dizem que, como ele é assumidamente bissexual, usar o banheiro feminino poderia ser uma forma de assédio.

A tuiteira @alesie comentou: “Tô com minha filha num banheiro. Entra Laerte vestido de mulher. Eu também vou falar com o gerente”. @nontequiero concordou. “Ele se veste de mulher, mas é hetero. E quer usar banheiro feminino. Hum, acho que não, Laerte”, escreveu.


Já @vleonel se posicionou a favor do cartunista: “no caso de Laerte, ela se vê como uma mulher (assim q ela está querendo ser tratada)”, assim como @elisagargiulo: “entre banheiro masculino (em direção a provável violência homofóbica) e o feminino (‘chocando’ a família), eu faria como o Laerte”.

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/laerte-se-recusa-a-usar-banheiro-masculino-e-gera-polemica-na-we/n1597599901908.html

Casar ou Morar junto?

Morar junto pode ser mentalmente mais saudável que casamento

Casamento não é garantia de felicidade. Estudo mostra que as relações informais também trazem benefícios e menos obrigações

Os pesquisadores examinaram dados de 2.737 homens e mulheres solteiros participantes do estudo norte-americano “National Survey of Families and Households”. Dessas pessoas, 896 se casaram ou foram morar junto em um período de seis anos.

Tanto os casados quanto os “juntados” apresentaram um aumento considerável no nível de felicidade em um curto período de tempo, além de menos sintomas depressivos, comparando com a época em que eram solteiros. Mas os recém-casados e parceiros não oficiais tiveram menos contato com os pais e amigos do que os solteiros – e esse efeito continuou ao longo do tempo, de acordo com o estudo publicado no Journal of Marriage and Family.

"Descobrimos que as diferenças entre o casamento e a coabitação tendem a ser pequenos e desaparecer após o período de lua-de-mel. Porém, enquanto os casados tiveram ganhos em saúde – provavelmente por compartilharem planos médicos –, os que moravam juntos experimentaram mais felicidade e autoestima”, disse Kelly Musick, autora do estudo e professora da Cornell University’s College of Human Ecology, em um comunicado para a revista. "Para alguns, a coabitação pode vir com menos obrigações do que o casamento e permitir maior flexibilidade, autonomia e crescimento pessoal."

“A América continua a valorizar o casamento acima de todas as outras formas de arranjos familiares”, observou Kelly. "No entanto, nossa pesquisa mostrou que o casamento não precisa ser a única forma de promoção do bem-estar e que outras formas de relacionamentos românticos podem proporcionar muitos benefícios.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Cariocas: exercitem o amor-próprio e salvem-se do câncer de mama

Dra. Maira Caleffi
A mulher carioca é considerada referência brasileira.
O seu caminhar até a praia virou letra e canção da MPB e Garota de Ipanema” há décadas é traduzida em vários idiomas pelo mundo.
Linda, ela vem, e, cheia de graça, passa a caminho do mar na música de Vinícius de Moraes e Tom Jobim. Entretanto, um dado parece não condizer com toda essa poesia.

Como é que um estado com tantas moças de corpo dourado pode ser campeão em incidência de câncer de mama?
Segundo as novas estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o estado do Rio de Janeiro continua liderando nesse ranking negativo em relação à incidência da doença, com expectativas de 94,93 casos a cada 100 mil mulheres, para 2012. Por sua vez, a Capital fluminense, deve ter 121 casos novos a cada 100 mil mulheres, no mesmo período. No Brasil, estima-se que sejam diagnosticados 52 novos casos da doença a cada 100 mil brasileiras, ao longo dos próximos meses.

Por esse motivo, a FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama em parceria com as entidades associadas está dando continuidade à campanha “Faça por Mim”iniciada durante a última edição do movimento Outubro Rosa. O objetivo é esclarecer para a comunidade o quanto é importante o diagnóstico precoce do câncer de mama. Além disso, a entidade não tem medido esforços para incentivar que as mulheres procurem seus médicos e façam o exame de mamografia, anualmente. Isso quando há indicação por parte do especialista ou quando a paciente tem mais de 40 anos de idade, o que está assegurado pela Lei Federal 11.664, desde 2009.

Isso porque, lembrando da música, se a mulher soubesse que quando pratica o auto-cuidado e realiza exames médicos periódicos o mundo inteirinho se enche de graça. Quando ela consegue o diagnóstico e tratamento de excelência e em tempo adequado o câncer de mama tem cura. E, sem dúvida nenhuma, com mais vidas salvas, tudo fica mais lindo por causa do amor... Principalmente, por causa do amor-próprio.
· Presidente da FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama


domingo, 22 de janeiro de 2012

Com que idade eu posso...


Iris Apfel , nos mostra que idade é só um número, o importante mesmo é vitalidade.

Iris Apfel lança coleção para a MAC


Essa senhorinha de 90 anos é o mais novo rosto da nova coleção da MAC.
Uma das decoradoras mais famosas do mundo (ela já decorou a Casa Branca e desenha joias lindas), Iris Apfel
desenvolveu a coleção completa para a marca.
São 20 peças, entre elas atons, blush, esmaltes, máscaras, lápis e sombras.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/ooolaemcasa/2012/01/05/iris-apfel-lanca-colecao-para-a-mac/?topo=84,2,18,,,77

Rainha de Bateria?

Que nada!   Inovar é ter rei de bateria

Rei de bateria segue soberano em espaço dominado por mulheres

Daniel Manzioni será coroado nesta noite (21) na Acadêmicos do Tatuapé

Thiago Calil, especial para o iG Carnaval
Ele não usa costeiros enormes com penas de faisão, não aparece de tapa-sexo nem samba em sandálias de plataformas e salto de 15 centímetros. Daniel Manzioni, o primeiro rei de bateria do carnaval, se veste e se comporta diferente das rainhas, mas divide com elas na avenida o mesmo objetivo: abrir caminho para o coração da escola.

Seu trabalho como rei começou em 2005, na escola Acadêmicos de São Paulo. “Como eu fui pioneiro, as pessoas não sabiam como um homem ia se portar em frente a uma bateria, se viria nu, se rebolaria muito”, conta o dançarino. Para ocupar o trono, era preciso vencer o preconceito e a desconfiança dentro das agremiações. “Principalmente os ritmistas e alguns diretores, que eram divergentes. Alguns gostavam e outros não”, lembra-se.

Hoje, Daniel não enfrenta mais a mesma dificuldade. Tanto que será coroado nesta noite (21) rei de bateria da Acadêmicos do Tatuapé, do Grupo de Acesso, ao lado da atriz Adriana Ferrari, madrinha dos ritmistas. “Tem muita mulher tocando nas baterias. Elas ficam na frente e querem ver uma figura masculina sambando ali”, explica.

Daniel Manzione se tornou rei de bateria em 2005 na escola Acadêmicos de São Paulo
Segundo o passista, apesar de não sofrer preconceito, ele ainda precisa encarar a rivalidade de algumas passistas. “Na Tatuapé, não tenho esse problema, mas acontece. E não tem nada a ver. Há espaço para o rei e para a rainha”, garante. Apesar disso, a glória para ele é quando o elogio vem de alguém do mesmo sexo. “Há homens heterossexuais que vêm elogiar o meu trabalho. Isso é o mais interessante para mim porque é o mais difícil”, justifica.

Apesar de ser o único rei entre as principais agremiações do carnaval, Daniel Manzioni comemora a mudança de comportamento das pessoas sobre os passistas masculinos. “Antigamente, nas vinhetas da Globo, só podiam ir as passistas. Hoje já não é assim. E existem alguns reis em cidades do interior também”, garante.

Além da Tatuapé, o dançarino será destaque da Camisa Verde e Branco, sairá na frente da bateria da Combinados do Sapopemba e desfilará como destaque de carro alegórico na Império da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Fonte: http://carnaval.ig.com.br/saopaulo/rei-de-bateria-segue-soberano-em-espaco-dominado-por-mulheres/n1597590248920.html

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Falsa gravidez

Por que mulheres fingem uma gravidez?

Gestação psicológica é doença, mas caso da falsa grávida de quadrigêmeos pode ter outra explicação

Danielle Nordi, iG São Paulo


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Por que mulheres fingem uma gravidez?Gestação psicológica é doença, mas caso da falsa grávida de quadrigêmeos pode ter outra explicação

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Nos primeiros dias do ano, uma moradora de Taubaté, cidade do interior de São Paulo, afirmou estar grávida de quatro meninas. O fato gerou interesse instantâneo, já que a gravidez de quadrigêmeos univitelinos é bem rara. Os pais e o marido de Maria Verônica dos Santos, 25 anos e dona de uma escola infantil, demonstraram muita satisfação com a gestação e emissoras de televisão exibiram as imagens do exame de ultrassom dos quatro bebês e os preparativos para o nascimento. Mas o caso sofreu uma mudança radical esta semana. Maria Verônica não está grávida. O advogado Enilson de Castro, que representa a dona da escola, admitiu, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (20), que a gravidez era uma farsa.

Maria Verônica: advogado admite que gravidez de quadrigêmeos era uma farsa
Wilson Vieira de Souza, médico ginecologista de Maria Verônica, confirmou que na última consulta da falsa gestante, no final de outubro de 2011, ela apresentou um ultrassom que não condizia com o exame de uma mulher grávida. “Ela não estava grávida quando se consultou comigo. Não tem possibilidade do exame estar errado”, afirma.

A Polícia Civil também entrou no caso e pediu, na última terça-feira (17), um exame para comprovar a suposta gestação, já desmentida. O pedido foi feito após o marido da pedagoga registrar boletim de ocorrência contra uma emissora de TV.

Gravidez psicológica
Mas, afinal, o que leva uma mulher a mentir uma gravidez? De acordo com Joel Rennó Jr., médico psiquiatra diretor do ProMulher – Programa de Saúde Mental da Mulher – desenvolvido pelo Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), é prematuro emitir opiniões específicas sobre o caso de Taubaté, mas ele explica que algumas mulheres apresentam a condição de pseudociese, mais conhecida como gravidez psicológica.
Antes de pré-julgar a mulher que se disse grávida de quadrigêmeos, precisamos estabelecer que não conhecemos o histórico, tanto de saúde quanto psíquico, dela”, aponta o médico. Para ele, se este fosse um caso de gravidez psicológica, Maria Verônica acreditaria mesmo estar esperando quatro bebês. “Mulheres com gravidez psicológica têm uma crença efetiva, quase delirante, de que estão realmente grávidas. Pode ser uma mulher com muito desejo de engravidar ou o contrário, um medo enorme de passar por uma gestação”.
A médica psiquiatra Renata Camacho atende gestantes com depressão no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Ela explica que a mulher em uma pseudogravidez chega a ter aumentado o volume abdominal e das mamas e é capaz de produzir leite. “Mesmo confrontada com exames, essa mulher dificilmente vai aceitar que não está grávida. Ela vai precisar passar por um trabalho psicoterapêutico intenso. A gravidez psicológica é uma patologia”.
Matéria completa: http://delas.ig.com.br/filhos/por-que-mulheres-fingem-uma-gravidez/n1597584777391.html