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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Astrologia - www.marialuanova.blogspot.com

Horóscopo Mensal - Novembro 2009


O mês começa e já teremos uma Lua Cheia em Escorpião (02/11/2009), colocando em cheque-mate os acontecimentos prometidos na última Lua Nova que ocorreu em Libra (18/10/2009).

Nesse momento vivenciamos o clímax das questões ligadas aos relacionamentos sociais e afetivos, que durante o mês de outubro foram colocadas em pauta e tiveram a oportunidade de um diálogo mais diplomático e conciliador, através da possibilidade de se usar da cordialidade e tolerância de Libra.

À partir do final do mês de outubro Saturno ingressou em Libra, o que também contribui para manter o tema relacionamentos em pauta, podendo haver uma mudança de comportamento em relação as parcerias, que deverão buscar maior responsabilidade e compromisso. Nesse início de mês, essas questões serão encaminhadas com maior intensidade, profundidade, clareza e discernimento.


Na segunda quinzena a necessidade de mudanças e transformações, apontam novos horizontes.

Veja as previsões para o seu signo:


Caetano: "Siempre adoré la música paraguaya"


"Siempre adoré la música paraguaya, y especialmente esa guarania tan 'bonitiña' (lindísima) que se llama Recuerdos de Ypacaraí, por eso incluí esa versión, con un arreglo en solo de cello tan bonito del maestro Jacques Morelembaum, en el disco Fina Estampa", dijo el gran cantautor Caetano Veloso, a poco de llegar por primera vez al Paraguay.


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Madeiras de demolição estão com tudo




Estou terminando de fazer uma casa de sitio rustica de tijolinhos e madeira de demolição, as portas e janelas são de madeiras antigas, estou em duvida qual a cor que devo pintar as janelas?

Olá Margarida, realmente vai pintar as madeiras de demolição??São mais bonitas aparentes, pois mostram a história delas…
Se quiser fazer um destaque entre as janelas e a parede crie uma moldura e pingadeira de cimento e pinte de uma cor diferente como um cinza claro, ou verde claro.OU então fazer uma pátina no tijolo aparente para clarear o visual e não brigar com a madeira!

Veja uns exemplos executados pela Demolidora 3 irmãos de Embu-SP.

arquiteta formada pela USP. Não é baiana, mas é arretada com seu senso crítico; projeta e transita nos mundos da culinária, residências e hotéis, sempre antenada nas tendências de design e mostras para registrar tudo por aqui com um toque de pimenta.
Fonte:

OS 10 Mandamentos da Consciência verde


Fonte

Atitudes ecológicas e bem estar

Green Lifestyle

Atitudes ecológicas e preocupação com o bem-estar.
O duo é a bandeira dos ecofriends, os amigos do meio ambiente.
Embarque você também nessa onda verde...

Por Ana Claudia Sniesko
Fonte: Revista Uma/
Ed. 105
Fotos: Símbolo Imagens e Getty Images

Sabe aquela história que você ouvia da sua mãe quando era criança? “Cuide melhor das coisas dos outros do que das suas, minha filha”.
Essa é a melhor teoria que podemos usar para falar da nossa responsabilidade com o meio ambiente.Água, ar, plantas, seres vivos. Tudo está à nossa disposição por um mero empréstimo, então a máxima “use com moderação” é a mais válida neste caso, sempre seguindo o conselho materno, que é o mais certeiro.
Seguindo este conceito, cada vez mais cientes do seu compromisso com o planeta, uma nova onda (felizmente!) está invadindo vários setores sociais. Da moda à tecnologia, os chamados ecofriends estão dominando o mundo e seguindo fundamentos que a natureza só tende a agradecer.
A nutricionista Flaviani Andrade de Lara, 25 anos, é uma dessas pessoas que se preocupa com os impactos que causa para o ambiente e às vidas que estão à sua volta. “Procuro levar uma rotina consciente de todas as coisas que faço, desde o trabalho que desenvolvo, produzindo alimentos à base de ingredientes orgânicos, até cada vez que preciso usar o carro para fazer uma entrega”, explica.
Assim como a curitibana, a jornalista Marcela Mattos também se preocupa quando precisa sair motorizada e evita sempre que pode. “Evito usar o carro ao máximo, só uso quando vou viajar ou quando está chovendo e estou atrasada. No dia a dia uso sempre a bicicleta e tento influenciar as pessoas com quem convivo a fazer o mesmo”, conta a santista.
São pequenas atitudes como essas que destacam tais personalidades “verdes”. A consciência acompanha as nossas duas “garotas-modelo”, que mostram ser perfeitamente possível empregar a consciência ecológica ao estilo de vida. “Tento usar sempre produtos que não são testados em animais, não uso couro e sempre dou preferência a tecidos naturais”, diz Marcela.
A reciclagem é outro ponto apontado pelas duas. Ambas separam o lixo doméstico, algo que é acessível a qualquer pessoa, basta um pouco de boa vontade. Muitas cidades brasileiras já dispõem até mesmo de coleta seletiva domiciliar, o que também é feito por redes de supermercado. “Utilizo sempre papel reciclado para os meus estudos e para a empresa”, conta Flaviani.
Mais do que um estilo, esse é um dever que não deve ser apenas uma moda, mas uma verdade. “Temos que trabalhar arduamente a consciência de todos à nossa volta, e mesmo assim vai ser pouco, porque enquanto as empresas e os governos não se empenharem de verdade, nunca vai haver uma real mudança”, opina Marcela.
A curitibana compartilha o pensamento e ainda completa. “As pessoas precisam ter consciência de que a natureza não é algo a ser domado, conquistado pelo ser humano. Somos seres tão interdependentes quanto os insetos, por exemplo. Tudo tem uma extrema importância”.

[1] [2] [3] próxima>

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Endorfina: Aumenta o Bem Estar e Diminui o Stress


Endorfina: aumenta o bem estar e diminui o stress.

Você já ouviu falar que exercício vicia?

Algumas pessoas realmente são viciadas em atividade física.

Esta dependência causada pelo exercício é atribuída às concentrações elevadas de endorfina produzidas por determinados exercícios.

Muitas pessoas se sentem irritadas, ansiosas, depressivas e com péssimo humor quando deixam de fazer exercícios físicos.

ENDORFINA é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer.
A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendado no tratamento de depressões leves.

Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas da sensação de bem estar de tê-los feito. Assim sendo, a liberação de endorfina que gera a sensação de bem estar, provoca esse estado de plenitude que experimenta o praticante regular de atividade física.

Mas esta liberação de endorfina depende das características da atividade física que estamos praticando. Entretanto, como se trata de um mecanismo provocado pela adaptação do corpo ao exercício, ela vai sendo liberada gradualmente desde o início da atividade.

“Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação”

Em determinado momento, porém, atinge um limiar de produção que a torna perceptível e surge a sensação de bem-estar que persiste mesmo depois de terminado o exercício.

Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação.

Outros estudos observaram aumento das dosagens desse hormônio até 72 horas após o exercício.

A endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol.
A intensidade e a duração do exercício parecem ser responsáveis pela concentração de endorfina no sangue.

Após exercícios de intensidade leve a moderada (menor que 60% do VO2max) não foi verificado aumento da taxa de endorfina no sangue. Um estudo comparativo entre um exercício aeróbio (com cargas crescentes de intensidade) e outro anaeróbio (com duração máxima de 1 minuto) encontrou concentrações plasmáticas aumentadas de endorfina de forma muito semelhante.

No exercício aeróbio esse nível alto de endorfina foi encontrado após ter sido alcançado o limiar anaeróbio (cerca de 75% do VO2 máx). Observou-se também relação direta entre as concentrações de endorfina e outros hormônios relacionados à atividade física como o ACTH e adrenalina.

Não existe um tempo de exercício pré-determinado a partir do qual a endorfina começa a ser liberada mais intensamente. Estudos, já citados acima, demonstraram que tanto exercícios aeróbios quanto anaeróbios podem provocar um aumento de sua concentração.

Desta forma, se torna importante fazer uma avaliação física antes de iniciar os exercícios, para que você conheça o seu nível de condicionamento físico bem como limiares aeróbio e anaeróbio, e possa trabalhar de forma correta e segura.

Insista nos exercícios aeróbios de 5x a 6x por semana, na musculação de 3x a 5x por semana e nos alongamentos.

Sinta este bem estar!

Matéria assinada por:Valéria Alvin Igayara de SouzaCREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

Consumo Consciente

O barato, às vezes, sai muito caro


Tirar proveito de liquidações e ‘outlets’ é uma arte
Por Juliana Garçon


O barato, às vezes, sai muito caro
Bazares, outlets, pontas de estoque e shoppings de descontos.
Música para os nossos ouvidos. E para o bolso? São oportunidades ou arapucas? Depende do jeito como se lida com eles. Quem se empolga e leva o que não precisa acaba fazendo um mau negócio. O jeito é sair de casa sabendo exatamente o quanto se pode gastar.
Leia a matéria completa

Fonte: BM&F Bovespa - Mulheres em Ação

domingo, 25 de outubro de 2009


Os resíduos transformaram-se, nos últimos anos, num dos mais importantes problemas ambientais da nossa
sociedade.


O processo de urbanização e o crescimento desordenado, combinados com mudanças nos padrões de consumo das populações, têm provocado alterações na quantidade e na composição dos resíduos gerados diariamente.

Hoje, os resíduos tomaram uma dimensão totalmente diferente: transformaram-se num fenômeno social e num dos grandes dilemas das sociedades contemporâneas, com largo espectro social, econômico, tecnológico, político, ambiental e jurídico.

Este conjunto de problemas exige uma nova filosofia de abordagem para a gestão dos resíduos.


Programação:
DIA 07 DE NOVEMBRO DE 2009 (SÁBADO)

Local: Parque Água Branca
Av. Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca – São Paulo / SP
Horário: 9h às 17h


Das 09h às 16h00
• Exposição de Boas Práticas e Feira de Recicláveis;
• Oficinas de arte com material reciclável;
• Atividades recreativas;


Das 09 às 13h00
• Seminário Cidade e Resíduos;
• Apresentação das atividades externas DIADESOL 2009
• Premiação de Melhor Vídeo Amador


Sensibilizar a sociedade da importância de cada um dentro de diferentes subsistemas terrestres (geosfera, atmosfera, hidrosfera, Biosfera) é um importante desafio a todos que procuram promover o desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental no campo dos Resíduos Sólidos.

PARTICIPE!
Sites: http://www.abes-sp.org.br/
http://www.diadesolsp.ning.com/

Concurso: O melhor Pastel de Feira



Pastel da Mitico está entre os 10 Finalistas do Concurso

Grande final dia: 26/10/2009 - segunda-feira
Na Praça Charles Miller - Pacaembu
Das 9:00 às 14:00

Vote no Pastel da Mitico
Mitico tem 40 anos de experiência em feira e nos conta que:
Nesses 40 anos a qualidade do pastel foi melhorando muito, para enfrentar a concorrência.
"Tive que criar vários sabores diferentes, procurar uma farinha de trigo especial, queijo de qualidade, palmito tem que ser de Assaí"
"A inovação é uma característica: tanto dos produtos, como dos profissionais da área"
Mitico - 55 anos - 4 filhos

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

PSICÓLOGO WALTER MATTOS RESPONDE


Frequentemente percebo que a falta de auto estima nos impede de enfrentar novos desafios e alcançar nossos sonhos. Como fazemos para enfrentar essa fera?
J.G.

A pergunta é bastante parecida com a de E.F., e muitas das coisas que eu posso dizer a respeito estão lá... (ver arquivo do Blog: Outubro)
Mas há um trecho da pergunta que traz uma possibilidade complementar de reflexão: “enfrentar essa fera!”.

Bem, o que é uma fera?
Uma fera é algo primitivo, destrutivo, ameaçador, instintivo, cujo comportamento é pouco previsível.... Essa é uma boa descrição para uma parte de nosso inconsciente.
Portanto a pergunta é: como posso enfrentar meu inconsciente a ponto de mudar e estar mais disponível para realizar meus sonhos? Ou, dito de outra forma: tenho desejos e sonhos, mas tenho medo de enfrentar meu inconsciente e me machucar ao encontrar a fera que lá habita...

A pergunta me lembrou o mito do Minotauro, e tantos e variados contos que falam sobre essa difícil tarefa humana que é explorar o inconsciente.

Esses mitos falam de criaturas, “feras”, que habitam lugares escuros e pouco acessíveis (como o inconsciente), e que se alimentam destruindo pessoas (desejos, sonhos, aspirações).

Para enfrentar essas feras, alguém há de ter coragem (como Teseu, no mito grego), e receber auxilio (a linha de Ariadne, que representa o amor).

Os mitos nos dizem que é perigoso entrar no labirinto do insconsciente, que podemos nos perder... dizem de armadilhas e de medo (medo de crescer, armadilhas de desconfiança).

Mas, o que fazer? Ficar sentado e ver o minotauro devorando virgens, ano após ano?
Não.

Os mitos e as histórias nos dizem que há em nós uma capacidade de mudança. Dizem que, com coragem e ajuda, é possível entrar no labirinto do inconsciente, onde habitam essas feras. Dizem que é possível matá-las. E dizem que é possível fazer isso e voltar para a superfície para viver, a partir daí, sem medo.



Walter MattosPsicólogo – CRP 06/89198
Coordenador do Grupo "Mulheres de Atitude"
Telefone: 5083-9684
http://www.alfapsi.com.br/


Siga o Walter no Twitter: @waltermattos
Mande a sua pergunta para:
mulheresatitude@gmail.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Só artistas mulheres no Museu Nacional de Arte Moderna em Paris

Esta não é a primeira vez que falo sobre o Centre Pompidou aqui no Bombom, mas agora, o museu está com uma exposição especial apenas com artistas femininas.
A mostra Elles (em português Elas) reúne 500 obras de 200 mulheres. E, na verdade, essas artistas já faziam parte do acervo do Pompidou, o que mudou é que os homens foram para a geladeira.

Apesar de muitas pessoas desconfiarem, esta nova organização do Museu Nacional de Arte Moderna não se trata de um movimento feminista.
Segundo a curadora Camille Morineau, a idéia da exposição Elles é contar a historia da arte dos séculos XX e XXI a partir da produção feminina. Já que outras coleções francesas, como a do Louvre e a do Musée d’Orsay são constituídas quase inteiramente por homens.

elles@centrepompidou
Até 24 de maio de 2010
Centre Pompidou
75191 Paris

Fonte: www.ig.com.br

CAFÉ FILOSÓFICO - DIA 21-10 - QUARTA-FEIRA

Eu que aprenda a levitar - José Miguel Wisnik
O músico, compositor e professor de literatura José Miguel Wisnik participa do Café Filosófico CPFL em São Paulo nesta quarta-feira, dia 21 de outubro, a partir das 20h30,
com o tema "Eu que aprenda a levantar".
A palestra faz parte do módulo "O meu mundo caiu", que conta com a curadoria de Renato Janine Ribeiro."Cair é efeito da gravidade, daquilo que é pesado.
E se, em resposta a um corpo que cai, tentarmos voar – levitar?
Em outras palavras, aproximar-se das possibilidades indicadas pela arte, que tantas vezes contrapõe uma certa leveza profunda a tudo aquilo que é pesado e superficial"José Miguel WisnikParticipação
O público poderá participar enviando perguntas para o e-mail cpflcultura@cpfl.com.br, com o nome da palestra no campo assunto.
As questões serão encaminhadas ao curador e poderão ser utilizadas nos encontros. As discussões também poderão ser acompanhadas pela transmissão ao vivo.
Serviço
Os encontros em São Paulo são realizados às quartas-feiras, às 20h30, no Tom Jazz (Avenida Angélica, 2331). A entrada é gratuita e por ordem de chegada, a partir das 18h30. Mais informações no site http://www.cpflcultura.com.br/ ou pelo telefone (19) 3756-8000.


Lua Nova em Libra


No último dia 18/10/2009 a Lua entrou em sua fase Nova.
Essa Lua Nova aconteceu no signo de Libra, um novo ciclo se inicia e nos convida a semear diplomacia e cordialidade.
A energia é de conciliação e harmonia.
Hora de fazer acordos, “desarmar-se”, renegociar.
Momento de valorização do feminino, da beleza, da estética, das artes.
As finanças e a segurança material também entram em foco, trazendo preocupação ou ponderação. O negócio é rever as finanças sem se estressar e pensar muito bem antes de fazer investimentos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Melhor Conselho que recebi

Planeje sua vida

"Eu tinha 16 anos e meus pais tinham se separado. Minha mãe assumiu praticamente sozinha minha criação e a de minhas irmãs. Como qualquer garoto da minha idade, comecei a namorar muito. Ela via aquilo e temia que eu engravidasse alguma das moças. Na minha família e na minha comunidade, era muito comum os jovens terem filhos cedo, perdendo muitas oportunidades na vida. Meu pai parecia não ligar para isso. Ele teve, ao todo, 12 filhos com mulheres diferentes. E sempre repetia que queria que eu desse muitos netos a ele. Minha mãe pensava diferente: ela queria que eu fosse além. Um dia cheguei tarde em casa e ela foi enfática. Me disse: previna-se sempre, planeje sua vida.
E comentou sobre todos os nossos conhecidos que haviam estragado o futuro por causa de uma gravidez indesejada.
Senti que a coisa era séria e percebi tudo o que ela havia superado para falar daquele assunto comigo, já que sexo e drogas eram tabus na minha casa.
Por isso, sempre pensei nela e me cuidei. Pude seguir meu caminho sem barreiras. Tive liberdade para investir na minha carreira, arriscar, sem a preocupação de ter de sustentar uma criança, que é algo de uma enorme responsabilidade.
Na hora certa, vou planejar ter um filho.
Tenho três sobrinhos e adoro crianças.
E vou ser o maior pai babão, com toda a tranquilidade.

"MV Bill, 35 anos, carioca, compositor, rapper, escritor

Fonte: Revista época-19/10/2009

Nobel de Economia é concedido a uma mulher pela primeira vez

Elinor Ostrom, da Universidade de Indiana, e Oliver Williamson, da Universidade da Califórnia, dividirão o prêmio de cerca de R$ 2,5 milhõesPela primeira vez uma mulher ganhou o Prêmio Nobel de Economia. Nesta segunda-feira (12), a Real Academia de Ciências da Suécia anunciou os pesquisadores norte-americanos Elinor Ostrom, professora da Universidade de Indiana, e Oliver E. Williamson, da Universidade da Califórnia, como os vencedores deste ano. Eles foram escolhidos pelas pesquisas em governança econômica. O Nobel de Economia, oficialmente chamado de Prêmio Sveriges Riksbank (o banco central da Suécia) de Ciências Econômicas em Memória a Alfred Nobel, foi instituído em 1968.
Elinor nasceu em 1933 em Los Angeles.
De acordo com os organizadores do Nobel, o prêmio foi concedido a ela porque suas pesquisas demonstraram como a propriedade pode ser gerenciada com sucesso por associações. “Elinor Ostrom desafiou a convenção de que propriedades comuns são mal gerenciadas e que devem ser reguladas por autoridades centrais ou privatizadas”, afirmou a Academia em nota.
Segundo a entidade, as análises feitas por Elinor são importantes para questões como o aquecimento global porque servem para discutir o gerenciamento dos recursos naturais. "Ela observa que os usuários do recurso frequentemente desenvolvem mecanismos sofisticados para tomadas de decisão e cumprimento das regras para lidar com conflitos de interesse, e ela caracteriza as regras que promovem resultados bem-sucedidos", disse o júri do Nobel.

Elinor se disse surpresa com o prêmio. “Ser escolhida para esse prêmio é uma grande honra.”
Williamson, de 77 anos, pesquisou as condições para as empresas ganhem espaço na resolução de conflitos. De acordo com as análises do professor da Universidade da Califórnia, "quando a competição de mercado é limitada, as empresas são mais capacitadas para resolver conflitos que os mercados", segundo afirmou a nota do júri do Nobel.
O prêmio, de 10 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 1,4 milhão), que será dividido entre Elinor e Williamson, vai ser entregue em 10 de dezembro, no aniversário da morte de Alfred Nobel. No ano passado, o Nobel de Economia foi concedido ao norte-americano Paul Krugman.

»O Nobel para a desconhecida Herta Müller
»O Nobel da luz
»O Nobel ficou velho?
»Obama ganha Nobel da Paz
»Herta Müller vence o Nobel de Literatura
»Fibra ótica e câmera digital ganham o Nobel
»Estudo sobre "fábrica de proteínas" ganha Nobel
»Pesquisa sobre envelhecimento celular ganha Nobel

domingo, 18 de outubro de 2009


Caminhada da Saúde



Mulheres de Atitude
Participando da Caminhada da Saúde
Da Associação Paulista de Medicina

Masataka Ota e Keico
Movimento da Paz e Justiça Ives Ota









Mulheres de atitude com João Signorelli
Gandhi,
Um Líder Servidor
“O único tirano que aceito neste mundo é a voz interior, suave e serena.”

sábado, 17 de outubro de 2009

Tristeza Feminina


A queda da satisfação feminina


Um estudo americano de 37 anos ilumina um terrível paradoxo: objetivamente, a vida das mulheres jamais foi tão boa. Subjetivamente, nunca foi pior.

Martha Mendonça. Colaborou Fernanda Colavitti



foto: Sergio Zacchi

A terapeuta corporal paulistana Olga Torres é bom exemplo das ambiguidades do mundo feminino. Aos 35 anos, ela admite que não descobriu os caminhos que a farão feliz. Casou-se aos 20 anos e, por uma década, preferiu cuidar apenas da casa. Com o tempo, sentiu que precisava trabalhar. Arrumou um emprego e voltou a estudar. A mudança na vida a dois acabou minando seu casamento. Agora vive a experiência inversa: realizada no trabalho, sente falta de ter uma família. E filhos. “Sei que eu não me contento com pouco. Não quero um homem qualquer, mas alguém que seja companheiro e, desta vez, entenda que minha carreira é fator de realização”, diz. Ela admite, também, que as mulheres ainda não sabem o que fazer com tantas opções. “A liberdade de escolha traz um peso enorme.”
Os homens sabem disso há muito tempo.
A liberdade masculina, através dos séculos, sempre teve como contrapartida uma carga elevada de responsabilidade e angústia. Isso talvez explique por que os homens brasileiros vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. Ser dono de si, chefe da família, chefe no trabalho ou líder do país são tarefas estressantes – às quais se somam angústias e insatisfações íntimas, que têm de ser relegadas em nome do resto. Essas são contradições e dificuldades que as mulheres começaram a vivenciar apenas nas últimas décadas.

Será que os conservadores, que sempre atacaram o feminismo
como antinatural, teriam razão?

Tema de reportagem do New York Times no dia 20 do mês passado, o paradoxo da infelicidade feminina ficou semanas entre as mais lidas e comentadas da versão on-line do jornal americano. “Será que a emancipação feminina beneficiou mais os homens que as mulheres?”, escreveu a colunista Maureen Dowd, conhecida por suas posições antifeministas. Indo mais longe, se poderia perguntar: será que os conservadores, que sempre denegriram o feminismo como antinatural, teriam razão? Será que as mulheres seriam mais felizes se retornassem ao papel tradicional de mãe e esposa? O assunto dividiu opiniões no blog de ÉPOCA Mulher 7x7.
“Estou cansada? Culpada pela pouca atenção aos filhos? Sim. Sempre querendo ser a melhor no trabalho e também cuidar da beleza? Sim. Mas ainda assim prefiro a liberdade”, escreveu a leitora Carolina. Outra leitora, Andréa, pensa diferente: “Ao mesmo tempo que nossos direitos se multiplicaram, como acesso à educação, voto, mercado de trabalho, nossas responsabilidades cresceram exponencialmente. Temos de gerenciar casa, carreira, filhos, marido e ainda ser magras, cultas e sexy. Isso é irreal”.

OLGA TORRES FAZ PARTE DO GRUPO "MULHERES DE ATITUDE"


Leia matéria completa:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI98917-15228-2,00-A+QUEDA+DA+SATISFACAO+FEMININA.html

REVISTA ÉPOCA - 19/OUT

PSICÓLOGO WALTER MATTOS RESPONDE


- Maus tratos e estupro na infância: Quais as conseqüências na personalidade? Qual a forma de tratar?
A.R.


A violência é sempre um registro traumatizante. E quando acontece na infância pode sim prejudicar bastante a formação do indivíduo.

Há várias formas de se entender o processo deformador da violência e do abuso sexual infantil.

Numa das vertentes, a biológica, sabemos hoje que a violência pode levar a criança a alterar níveis de secreção hormonal que levam a alterações morfológicas no sistema nervoso central. Os hormônios secretados, resultantes do processo de stress, fazem com que o cérebro do indivíduo seja mais impulsivo e menos capaz de julgamento e auto-crítica. Ou seja, a criança que sofre violência se prepara para continuar sofrendo violência, e se torna violenta para poder sobreviver nesse meio.

Na vertente psicodinâmica, o entendimento é de que a violência leva o indivíduo a introjetar uma percepção de mundo pouco acolhedor. Um mundo que, alem de não prover condições nutrientes, é perigoso e potencialmente destrutivo.
Quanto às implicações na personalidade há várias controvérsias, mas existem estudos que mostram correlações claras entre distúrbios de personalidade anti-social, ou patologias como personalidade borderline, e a ocorrência de abuso ou violência infantil.

- Isso quer dizer que toda criança que sofra violência vai se tornar um desajustado sem cura?
- Não!

Felizmente o nosso cérebro, nosso sistema nervoso, é bastante maleável.
Uma criança que sofre abuso ou violência está mais exposta a seqüelas, mas pode ser ajudada na medida em que receba afeto e carinho que mostrem que a experiência violenta não é a única possibilidade no mundo.

Por outro lado, um adulto que não foi ajudado vai ter mais dificuldade em ser tratado, mas pode também passar por um processo de resignificação da violência (resignificação é um processo psicoterápico, onde as vivências e os afetos traumáticos são revividos, reconhecidos e reinterpretados à luz da consciência amadurecida).

Além disso, muitas vezes o processo de psicoterapia pode ser combinado com medicamentos que permitam ao indivíduo ficar mais estável e entrar em contato com a dor primitiva causada pela violência infantil.

De qualquer forma, pode-se dizer que violência se trata, e se cura, com carinho e amor.

O que é Cabala?


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia Mundial da Alimentação


O Dia Mundial da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, marcará o primeiro ano de uma ação de combate à fome e ao desperdício, disseminando os conceitos de aproveitamento integral dos alimentos.


Na ação solidária “Vila Integral: Uma experiência gastronômica sustentável”, conduzida pela ONG Banco de Alimentos e pela AGEAC, alguns bares e restaurantes que integram a iniciativa irão incorporar em seus cardápios receitas que têm por matéria-prima partes não convencionais de frutas, legumes e verduras.

As folhas, talos, cascas e sementes se tornarão prato principal, petiscos e sucos deliciosos. Santa Gula, Santa Pizza, Bar do Santa, Iemanjá, Quitandinha, Tanger, Zeppelin, Botequim da Vila e Camará já confirmaram a adesão ao projeto.

Do valor de cada item, 50% será destinado às ações sociais da ONG! Participe! Você irá degustar deliciosas receitas e ainda ajudar a combater a fome!
O evento ocorrerá do dia 16 de outubro a dia 15 de novembro.

















Cardápio das casas participantes:


Restaurante Santa Gula
Prato: frango ao pesto de talos de agrião, rúcula e manjericão, acompanha suflê de abobrinha. R$ 18
Bebida: Suco de casca de abacaxi. R$ 2
Rua Fidalga, 340 - Vila MadalenaTel.: (11) 3812-7815
www.stagula.com.br

Restaurante Santa Pizza
Petisco: Lascas crocantes de pizzas feitas com casca de parmesão.
R$ 6Bebida: Suco verde com limão e gengibre. R$ 2
Rua Harmonia, 117, Vila MadalenaTel.: (11) 3816-7848
www.santapizza.com.br

Bar do Santa
Petisco: Chips de tubérculos (casca de batata, mandioquinha, entre outras).
R$ 8Bebida: Suco de casca de maçã, com cravo e canela. R$ 2
Rua Fidalga, 330, Vila MadalenaTel.: (11) 3819-0504 ou 3812-7815
www.bardosanta.com.br

Restaurante Tanger
Prato: Cordeiro desfiado com especiarias, sobre purê de abóbora e crispies de casca de batatas.Bebida: Refresco de casca de abacaxi com hortelã e talos de agrião com limãoSuco e prato, por R$ 29
Rua Fradique Coutinho, 1664, Vila MadalenaTel.: (11) 3037-7223
www.restaurantetanger.com.br

Botequim da Vila
Prato: Churrasco de Picanha c/ farofa de banana e talos de AgriãoBebida: Suco de Casca de Abacaxi com hortelã
R. Fradique Coutinho, 1.346 – Vila Madalena(11) 3032-7771


Quitandinha
Escondidinho de Mandioca com talos gratinadosSuco de casca de Abacaxi com hortelãRua Fidalga, 242 – Vila MadalenaTel.: (11) 3817-5586

Iemanjá
Prato: Risoto de camarão com casca de limão siciliano na erva doce.
Bebidas: Sucos: de casca de abacaxi com hortelã ou de talos agrião com limão
Rua Mourato Coelho 1325 - Vila MadalenaTel.: (11) 3032-688

Zeppellin
Prato: Sofiolle recheado com queijo e manjericão ao molho de talos e folhas de brócolis, parmesão ralado e gratinado;Bebida: Suco de casca de abacaxi com hortelã
Rua Aspicuelta, 524 – Vila MadalenaTel.: (11) 3814-8763 e 3554-8794
www.zeppelinmadalena.com.br


Camará
Prato: escondidinho de mandioca com talos gratinadosPetisco: Bolinho de bacalhau com casca de batataSuco de casca de abacaxi com hortelã
Rua Luiz Murat, 308 - Vila MadalenaTel.: (11) 3816.6765
www.barcamara.com.br


Mulheres reclamam da falta de 'pegada' dos homens


por Arlete Gavranic


Veja o que elas dizem...


"É como se alguns homens sempre ficassem à espera de que a mulher tomasse a iniciativa" Julia, 29 anos, bancaria


"Será que eles têm receio de tomar uma atitude mais sensual/envolvente e serem rejeitados?"
Debora, 31 anos, dentista


"Eles chegam querendo ir logo para o sexo ou viram amigo. Ninguém ensinou para eles, que eles ganhariam muito mais pontos, se fossem sedutores e sensualmente carinhosos?"
Celina, 27anos, professora


"Por que muitos homens tem 'mão mole' na hora de acariciar? Cadê a 'pegada'?" Beth, 37anos, empresaria


"No namoro as carícias ainda tinham toque, depois vem casamento, filho e aí o toque parece carinho em criança, falta sensualidade, tesão. Casou, acabou?
" Lia, 40 anos, gerente de marketing


O ponto em comum em todas as queixas e a falta de um toque sensual, que chamo de 'pegada'.


A 'pegada' está em crise?

Os homens têm receio ou estão acomodados com a iniciativa feminina?

Como psicóloga e terapeuta sexual vejo as duas coisas acontecendo.

Muitos homens estão acomodados.

O fato de muitas mulheres estarem mais pró-ativas em relação a investidas sexuais traz para muitos (principalmente tímidos e inseguros que temem ouvir um não) uma espera confortável da aprovação feminina, para então tomar iniciativa, quando o terreno parecer garantido.


Sem contar a competitividade feminina e a desenvoltura de muitas mulheres que dizem: - 'quero sexo';- 'gostei ou não desse jeito de fazer sexo';- 'gostaria que fizesse de tal maneira, pois pra mim é mais prazeroso'...

Isso é para muitos fonte de inibição, pois se associa a um sentimento de rejeição.

Uma maior liberação sexual ocorreu há 50 anos, e ainda não tem 25 que a mulher assume mais seus desejos e busca de prazer. Isso tudo é muito novo para os homens e eles temem ser comparados, principalmente se o quesito for desempenho sexual.

Esse é um assunto que ativa o núcleo de insegurança masculino, pois nem os jovens e os mais velhos, têm como se ajudarem a viver uma condição tão recente.

É por esse motivo também que sempre oriento os casais a serem cuidadosos com a atitude de ficarem dividindo todas as experiências pregressas, pois comparações tendem a trazer mais dificuldades e inseguranças.


Para colaborar (ou piorar) esse quadro, sabemos que os homens são muito pouco educados a viver o prazer corporal na hora do sexo.

Eles são extremamente genitalizados, pois sempre receberam a mensagem que prazer é gozo genital.

Amigos, parentes e filmes pornográficos passam isso.

Assim, os toques corporais ou são diretos e genitalizados, ou são de carinho, pois quem acariciou esses 'meninos' foram mães e avós.


Além do mais, é muito pequena a experiência de fazer massagem ou contatos mais sensuais. E é aí que entra a crise das carícias corporais que poderiam ou deveriam ter um caráter sensual.

Desenvolver essa 'pegada' pode ser muito interessante para que esses homens tenham uma aproximação mais promissora e sensual com as mulheres.


Como deve ser a 'pegada' que elas desejam?O toque sensual envolve um jeito de pegar, firme, envolvente ... Em relação à intensidade, não deve ser muito mole e nem muito firme ao ponto de ser dolorido ou desconfortável.


Homens!

Conversem com amigas, irmãs, primas ou parceiras e peça para que elas te mostrem a intensidade que gostam de sentir uma 'pegada'. Com certeza elas vão gostar de poder ajudá-los a desenvolverem um potencial que elas adoram.


Outra possibilidade, faça massagens, aprenda a sentir seu corpo e a perceber o quanto esses toques com 'pegada' são excitantes e sedutores. Afinal, essa é a intenção na hora da conquista.




terça-feira, 13 de outubro de 2009


Eu que aprenda a levantar - Olgária Matos

Olgária Matos participa do Café Filosófico CPFL em São Paulo nesta quarta-feira, dia 14 de outubro, a partir das 20h30, com o tema "Eu que aprenda a levantar".
A palestra faz parte do módulo "O meu mundo caiu", que conta com a curadoria de Renato Janine Ribeiro.

"Ilusões que se vão, prosperidade que se mostra oca podem trazer uma oportunidade importante: o que é viver melhor com menos, o que é evitar o consumismo e pensar num mundo mais sustentável?"
Olgária Matos
Participação
O público poderá participar enviando perguntas para o e-mail cpflcultura@cpfl.com.br, com o nome da palestra no campo assunto.
As questões serão encaminhadas ao curador e poderão ser utilizadas nos encontros. As discussões também poderão ser acompanhadas pela transmissão ao vivo.
Serviço
Os encontros em São Paulo são realizados às quartas-feiras, às 20h30, no Tom Jazz (Avenida Angélica, 2331). A entrada é gratuita e por ordem de chegada, a partir das 18h30. Mais informações no site www.cpflcultura.com.br ou pelo telefone (19) 3756-8000.

O PROJETO PERIFERIA INVISÍVEL

CONVIDA VOCÊ A PARTICIPAR DO
SARAU LIVRO LIVRE

DIA 24/10/09 A PARTIR DAS 18H30.

O SARAU LIVRO LIVRE É UM EVENTO QUE ENVOLVE APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA DE CONVIDADOS E DO PRÓPRIO PÚBLICO PRESENTE. CONVIDAMOS POETAS, MÚSICOS E ARTÍSTAS EM GERAL A EXPOREM A SUA ARTE.
INSCRIÇÕES www.periferiainvisivel.com.br

O ESPAÇO INVISÍVEL FICA NO SALÃO DENTRO DAS DEPENDÊNCIAS DA IGREJA SANTA LUZIA.

NOSSO ENDEREÇO:Rua Barra de Santa Rosa 4405-
ERMELINO MATARAZZO(ao lado do ponto final do ônibus Vila Císper linha 2765 que sai da estação
TATUAPÉ DO METRÔ e próximo a Estação DE TREM USP LESTE)
VEJA O MAPAClique aqui.
COMPAREÇA!!!
Show Lançamento “Monkey”COMMA
Terça - 13/10/2009
Local: Galeria VermelhoHorário: 20h
Endereço: Rua Minas Gerais, 350 - São Paulo SP
tel. 11 3138-1520
acesso metrô: Consolação ou Clínicas
ENTRADA FRANCA
site: http://www.galeriavermelho.com.br/

Os cds estarão à venda no local por R$15
A versão digital de Monkey pode ser adquirida pela loja virtual Uol Megastore, uol.com.br/megastore onde "Bege" está disponível para download gratuito.
No myspace.com/commabr, o álbum também pode ser ouvido na íntegra.

Onde encontrar: UOL Megastore
Por encomenda pelo email comma.email@gmail.com

Temas da Mitologia Feminina.

Dia 17/10, das 15 às 17hs.

- Electra, o amor paterno e o feminino amargurado e impulsivo.
- Pandora, a recordação do amor e o feminino preso ao passado.
- Hera, a família e o feminino ciumento e agressivo.


“O Mito é o nada que é tudo...” – Fernando Pessoa

Coordenação: Walter Mattos (psicólogo, CRP 06/89198)
Tel: 11-5083-9684

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

PSICÓLOGO WALTER MATTOS RESPONDE


De que maneira um psicólogo pode ajudar uma pessoa com baixa auto estima?(E.F.)

A pergunta é bastante complexa, mas creio que a palavra chave que se encontra nela seja “ajudar”.


Ou seja, o psicólogo ajuda, mas a tarefa de uma pessoa vencer a baixa auto-estima é dela mesma.


Há muitas possibilidades do psicólogo oferecer essa ajuda, até porque há muitas abordagens dentro da psicologia. Mas, basicamente, há dois pré-requisitos que são essenciais e válidos para todas as abordagens:

1- Tem de haver disponibilidade da pessoa, um desejo de se tratar, de evoluir e crescer.

2- Tem de haver um vínculo entre o psicoterapeuta e o paciente, um vínculo cuja possibilidade se percebe no primeiro encontro, que é fortalecido com o tempo e que envolve confiança recíproca.

Dito isso, seria preciso completar a resposta com o conceito de baixa auto-estima, e aqui temos um problema: baixa auto-estima pode ser fruto de uma enorme gama de experiências, traumas e percepções.
Uma pessoa pode ter baixa auto-estima porque estabelece para si metas muito altas e tem a percepção de que não conseguirá realizá-las.

- Pode ser que não tenha recebido suficiente amor, afeto e palavras de incentivo dos pais e, por isso, inconscientemente, se acha incapaz.

- Pode ser que tenha sofrido uma experiência traumática, uma rejeição amorosa, um trauma sexual ou um abandono, e tenha ficado com a memória de “valer pouco”, de não ser atraente ou de se sentir um objeto descartável...
Enfim, são várias possibilidades.

Como ajudar?

Bem, o desejo de mudança e o vínculo com o psicoterapeuta têm de ser fortes o suficiente para a pessoa poder, no espaço do consultório, se abrir e falar a respeito de sua vida, de seus desejos, de suas sensações, de seus medos, de sua vida.

A partir daí, e dependendo da habilidade do psicoterapeuta, as experiências que a pessoa trouxer vão servir para descortinar seus medos inconscientes.

O processo é como o desenrolar de um novelo de lã, em que os dois juntos (psicoterapeuta e paciente) vão trabalhando tendo carinho e cuidado para não romper a linha e nem embaralhá-la a ponto de dar nós.

Tem de haver paciência, determinação, coragem... até chegar ao ponto em que a própria pessoa descubra porque tem uma percepção errada de si mesma.

Veja bem: não é um processo de aquisição de “saber” (se fosse, todos nos curaríamos com livros de auto-ajuda), é um processo de sentir e refletir através da linguagem, a ponto de gerar uma mudança profunda no inconsciente.

Não é fácil e nem todo mundo consegue... Mas, quando se consegue, é uma experiência transformadora e libertadora.



Walter MattosPsicólogo – CRP 06/89198
Coordenador do Grupo "Mulheres de Atitude"
Telefone: 5083-9684
http://www.alfapsi.com.br/
SIGA O WALTER NO TWITTER: @waltermattos

Mande a sua pergunta para: mulheresatitude@gmail.com

PSICÓLOGO WALTER MATTOS RESPONDE


A partir dessa semana vou começar a responder perguntas nesse blog.

A intenção dessa iniciativa é fomentar a curiosidade e a reflexão pessoal e, por isso, acho importante fazer uma pequena introdução:
- Em psicologia, assim como na maioria das ciências sociais aplicadas, não há respostas definitivas.

Duvidem daqueles que lhes oferecerem respostas absolutas. Encontrar respostas é um anseio coletivo, mas uma tarefa individual.
- As “respostas” às perguntas aqui colocadas vão passar, quase sempre, por reflexões a respeito da própria pergunta. Isso se baseia numa crença pessoal minha, que é a de que parte do nosso crescimento se obtém através da dialética da linguagem.
- Os termos utilizados nas perguntas e nas respostas podem ter significados distintos conforme a experiência de quem lê, gerando por isso algumas dúvidas. Esse pequeno exercício, portanto, deve ser aprofundado quando houver questões pessoais, e eu me prontifico a isso sempre que necessário.


Walter Mattos
Psicólogo – CRP 06/89198
Coordenador do Grupo "Mulheres de Atitude"
Telefone: 5083-9684
http://www.alfapsi.com.br/
SIGA O WALTER NO TWITTER: @waltermattos
Mande a sua pergunta para: mulheresatitude@gmail.com

Encontro dia 11/10 - Domingo


Festejando:
o aniversário da Natasha,
o dia ensolarado,
a oportunidade de passar bons momentos juntas,
festejando a vida!


O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

sábado, 10 de outubro de 2009

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima


Três mulheres contam como chegaram ao fundo do poço após o fim da relação – e, depois, se tornaram ainda mais fortes

Glycia Emrich


Volta por cima: depois de um coração partido, nos tornamos mais fortes

Tudo ruiu – e ela buscou tudo novo
Liliane M. Terra, 34 anos, ocupava um cargo de alto escalão dentro de uma multinacional, quando tomou o grande baque da sua vida. Aos 29 anos, ela descobriu que o marido, com quem estava casada há cinco anos, saía com a sua principal chefe.
O pior: quem soube primeiro da notícia foi a sua própria mãe, numa simples ida ao supermercado.
“Minha mãe me ligou aos prantos, por volta das 16h, durante o meu expediente. Não conseguia entender o que ela me dizia.
Depois de retomado o fôlego, ela me contou que encontrou o meu marido de mãos dadas com uma mulher.
Detalhe: ela era minha chefe direta. O meu mundo caiu. Foi como se eu perdesse o meu chão. E eu perdi: perdi o emprego, perdi o meu casamento.
Não tinha outra alternativa. Eu não poderia permanecer na empresa e muito menos manter uma relação simplesmente por conveniência, como ele até me propôs. Foram dois anos intensos de uso de remédios e análise”, conta ela.
Para enfrentar a dor e reconstruir a vida, além de medicamentos e acompanhamento médico, ela criou coragem para dar uma guinada e provar para muita gente que não é impossível recomeçar. “Após dois anos ainda sofrendo muito e sem conseguir arrumar um emprego, tomei uma decisão drástica. Como eu já não tinha mais nenhum vínculo ou algo que me prendesse, peguei três peças de roupas e saí do país. Uma amiga morava em Chicago e me abrigou com o maior prazer. Lavei pratos e fui babá por 6 meses, até conseguir uma boa colocação numa empresa imobiliária. Buscar novas referências e tirar de vista qualquer coisa que me ligava ao ex foi fundamental para uma melhora. Meu conselho? Suma com tudo que te lembre o passado. O mundo é enorme!”, conta ela.

Acidente de percurso
Para a secretária Ana C.*, 40 anos, o término do namoro trouxe uma marca inesquecível. Após a discussão e a definição do fim com o namorado, ainda muito atordoada, Ana sofreu um grave acidente. “Eu não me conformava com o fim do amor. Minha indignação foi ter sido pega de surpresa. Ele nunca reclamava, nunca me dizia que estava infeliz. Tive a impressão que estava sonhando, não era possível que nós dois vivíamos a mesma vida”, conta a secretária.
Após a discussão, Ana, completamente transtornada, pegou o carro e partiu em direção à casa da sua mãe. “Eu não enxergava nada. Estava triste, nervosa, chorando, desacreditada. E aí não vi um caminhão que estava quebrado, em plena marginal. Acordei somente no hospital, com uma marca que me faz lembrar todos os dias o que aconteceu”, relembra ela. Ana teve dois dedos do pé mutilados.

Mas o que parecia se transformar numa eterna lembrança ruim se transformou na força que Ana precisava para esquecer “o traste”, como ela diz. “Olhar para a fratura me fazia criar forças para continuar e superar. Ele arrancou minha alma, o que era muito pior que perder dois dedos. Essa marca eterna é quase um amuleto. Quando enfrento qualquer situação difícil, olho para o meu pé e logo lembro o quanto sou forte e capaz de superar essas m... que a vida apronta! Não existe só um homem no mundo.
E, por sinal, descobri que existiam outros muito melhores do que o que eu tinha em casa”, sorri ela.

Passagem para as Índias
Ao ver o casamento desabar depois de 11 anos de aparente felicidade, a tradutora Ruth Maria Azevedo, 37 anos, usou experiências alheias para transformar a própria vida. “É claro que a gente sofre, se arrasta, tem vontade de morrer e de matar ao mesmo tempo. Mas eu confesso que o que mais me deixava p... era o fato de saber que, enquanto eu gastava rios de lágrimas com aquele cara, ele deveria estar num churrasco, bebendo todas com os amigos!”, relembra ela.
E continua: “E se ele conseguia se divertir tanto, por que eu viveria daquele jeito, feito atriz de novela mexicana? Peguei duas amigas e fomos para a Índia”.
Desligar o filme triste que passava e começar a nova aventura foi transformador. “Estive em contato com outras culturas, com outras pessoas, com outros problemas e felicidades. E estar sempre acompanhada de duas grandes amigas foi fundamental. É claro que esse plano de fuga foi ótimo para eu superar a minha dor. Mas quer saber qual foi a primeira coisa que eu fiz para aliviar? Sentei num boteco, enchi a cara e chorei até o dia raiar.
Isso também ajuda a limpar a alma”, encerra, com muitas gargalhadas.

Partilhando a experiênciaA escritora Stella Florence, autora do livro “32 – 32 Anos, 32 Homens, 32 Tatuagens”, da Editora Rocco (leia entrevista aqui), separou algumas dicas para dar uma mãozinha naquele momento em que tudo parece ruir.

1. O cara te deixou de quatro roendo o cotoco do meio-fio?
Bem-vinda ao clube. Mas pode crer: esse poço é túnel e há várias saídas.

2. Faça terapia. Pesquise, pergunte, escolha um estilo (as escolas são inúmeras), mas faça! Autoconhecimento é a primeira e a principal ferramenta para organizar um terremoto (ou vários, de que a vida é feita).

3. Mantenha um vínculo com algo que transcende a matéria: se dedique mais a uma religião, a uma filosofia espiritualista ou simplesmente faça um trabalho voluntário que te mantenha numa vibração mais elevada. A mágoa é uma infecção na alma.

4. Separe uma manhã ou tarde da semana para o salão de beleza: cabelos, unhas, pele, massagens. Se tiver uma grana extra, vale uma suave aplicação de botox (eu disse suave, hein!) no centro da testa: essa região fica tensa com choro constante.

5. Entre num bom site de relacionamentos românticos, nem que seja para se distrair vendo os perfis dos homens. Se procurar com cuidado, você descobrirá duas coisas: que ainda há caras legais no mundo e que não era só o falecido que mexia com a sua libido.

6. Avise aos seus amigos que você está numa fase difícil (se eles são seus amigos, já saberão disso) e que precisa de apoio: ligue de madrugada, tome café no fim da tarde, desabafe, deite no colo, chore, xingue, fique à vontade.

7. Comece a fazer piada do seu desencontro amoroso: quando a gente ri das besteiras que fez e das frias em que entrou, já deu um importante passo para fora do lodo.
Leia mais sobre:
volta por cima
relação
relacionamento
autoestima

http://delas.ig.com.br/comportamento/levanta+sacode+a+poeira+e+da+a+volta+por+cima/n1237506805529.html

Revista alemã substitui modelos por mulheres "normais"


A Brigitte, revista de moda de maior circulação na Alemanha, decidiu substituir as modelos excessivamente magras que figuravam em suas páginas por mulheres "normais".

A iniciativa da publicação de não incluir mais modelos profissionais, mas sim as que "são como são", foi muito discutida no país.
Durante anos, a revista retocou os músculos e o busto das modelos em programas de edição de imagens.

A revista vende na Alemanha cerca de 720 mil exemplares, e não teme sofrer com a ausência de modelos para suas fotos, perdas em publicidade ou em leitores. As agências de modelos se defenderam alegando que dispõem de modelos de todo tipo e que era a revista que sempre optava por modelos magras.

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Mostra Internacional de Cinema - São Paulo




33ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA




A partir de 17 de outubro, das 10h às 21h.

Endereço: Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073, (ao lado do Cine Bombril).
VALORES PERMANENTES, PACOTES PROMOCIONAIS E INGRESSOS INDIVIDUAIS 2009PERMANENTES E PACOTES PROMOCIONAIS
Permanente Integral - R$ 390,00Permanente Integral Folha (15% de desconto para o titular da assinatura) - R$ 331,50 Permanente Especial - R$ 90,00 Permanente Especial Folha (15% de desconto para o titular da assinatura) - R$ 76,50 Pacote de 40 - R$ 285,00 Pacote de 20 - R$ 165,00
*O desconto de 15% da Folha é válido somente para o assinante titular, pessoa física.
**Titulares do Cartão Petrobras e trabalhadores do sistema Petrobras têm desconto de 50% na compra de até dois ingressos por sessão para titulares nas bilheterias dos cinemas.*** Titulares do Cartão Petrobras e trabalhadores do sistema Petrobras têm desconto de 15% na compra de credenciais e passaportes.
****Os titulares do Cartão Petrobras devem apresentar o mesmo na aquisição do ingresso. Trabalhadores do sistema Petrobras devem apresentar o crachá

Para adquirir ingressos no dia da sessão, somente nas salas de cinema.
Estudantes terão descontos somente na compra de ingressos individuais diretamente nas salas de cinema ou pelo site da Ingresso.com (www.ingresso.com.br). O desconto a estudantes não se estende às permanentes e aos pacotes promocionais.

VENDAS PELA INTERNET
No site Ingresso.com, o ingresso poderá ser adquirido com antecedência de quatro dias a um dia antes da sessão.
Salas Exibidoras:
CCSP Centro Cultural São PauloR.Vergueiro, 1000, Liberdade
Cine Bombril Conjunto Nacional Av. Paulista, 2073, Cerqueira César
Cine MarabáAv. Ipiranga, 757, Centro
Cine OlidoAv. São João, 473, Centro
CineSescRua Augusta, 2075, Jd. Paulista
Cine TAM MorumbiMorumbi ShoppingAv. Roque Petroni Jr., 1089
Cinema da VilaR. Fradique Coutinho, 361, Pinheiros
Cinemateca – salas BNDS e PetrobrásLargo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino
Espaço Unibanco Augusta Rua Augusta, 1475, Cerqueira César
Espaço Unibanco PompéiaBourbon ShoppingRua Turiassu, 2100, 3° Piso, Pompéia
FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado Rua Alagoas, 903, Higienópolis
HSBC Belas Artes Rua da Consolação,2423, Consolação
MASP – Vão Livre Av. Paulista, 1578, Bela Vista
MIS – Museu da Imagem e do SomAvenida Europa, 158, Jardim Europa
Reserva Cultural Av. Paulista, 900, Térreo Baixo, Bela Vista
Unibanco Arteplex Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, 569 - 3ºpiso

Patrocinadores da 33ª Mostra:
A 33ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo é realizada com o patrocínio da Petrobras; apoio de Adidas, FAAP, Itaú Unibanco, Cosac Naify, Hotel Renaissance, MINI Cooper, Condomínio Conjunto Nacional; apoio cultural de SESC-SP, Ministério da Cultura e Lei de Incentivo à Cultura, Governo Federal, Sabesp, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado de São Paulo; apoio institucional da Imprensa Oficial, São Paulo Turismo, Secretaria da Cultura da Prefeitura da Cidade de São Paulo; e promoção da Folha de S. Paulo e Globo Filmes.
Produção: ABMIC – Associação Brasileira Mostra Internacional de Cinema.

Revista da Livraria cultura


Leia:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Quando o amor vira doença


O amor – apesar de ser um dos sentimentos humanos mais conhecidos e retratados nas artes e na mídia em geral – somente passou a ser cientificamente estudado recentemente e muitas pessoas que sofrem com sua maneira de amar, se mantendo em relacionamentos dolorosos e destrutivos ou mesmo amando à distância sem conseguir se desligar, têm procurado os profissionais especializados com a dúvida: “Afinal, a minha maneira de amar é normal ou patológica?
A resposta a essa questão ajuda a pessoa a iniciar a sua própria avaliação.
Assim como ocorre com todos os sentimentos, como o medo e a raiva, por exemplo, o limiar entre o que é normal e o que é patológico no amor romântico é difícil de ser estabelecido.
Não existe uma maneira certa ou errada para amar, isso é variável de indivíduo para indivíduo.

No entanto, sabemos que, no amor saudável, é comum e até esperado o comportamento recíproco de prestar atenção e cuidados ao parceiro.
Quando esse comportamento se torna excessivo e a pessoa se vê obrigada a manter atenção no parceiro mais do que ela considera razoável, passando a deixar de lado outras atividades e pessoas que antes valorizava como filhos e amigos, ela pode estar com um problema que convencionamos chamar de amor patológico.

Para ajudar na avaliação da “dosagem” de seu amor com relação a(o) seu(ua) parceiro(a), procure se questionar sobre:
Você costuma sentir-se satisfeito com a quantidade de atenção e tempo que dedica a(o) seu(ua) parceiro(a) ou percebe que fez mais do que gostaria ou do que ele(a) mereceria?

Você acha que a quantidade de atenção que você dirige a(o) seu(ua) parceiro(a) está sob o seu controle ou é comum tentar se conter e não conseguir?

Você mantém outros interesses e relacionamentos ou abandonou pessoas e atividades para privilegiar a relação com essa pessoa em especial?

Você continua se desenvolvendo pessoal e profissionalmente após o início de seu relacionamento amoroso?

Se você respondeu “não” à maioria das questões, é um sinal de alerta; nesses casos, existe a necessidade de realizar uma avaliação clínica mais aprofundada com um especialista, psicólogo ou psiquiatra.

Outra pergunta bastante comum é “Amar dessa maneira patológica é, definitivamente, sofrer?” A resposta é “sim”.
Muitas pessoas que estão passando por essa situação referem sentir que o(a) parceiro(a) que é alvo desse sentimento funciona como uma droga. Dizem eles: “Fulano(a) é a minha cocaína”. De fato, há características do amor patológico que se assemelham às da dependência de álcool e outras drogas que precisam ser avaliadas cuidadosamente, tais como:

1. Sinais e sintomas de abstinência (dores musculares, insônia, taquicardia, ansiedade, depressão etc.) na ausência ou distanciamento (mesmo afetivo) do(a) companheiro(a); quando o(a) parceiro(a) “volta” ou “dá sinal de interesse”, esses sintomas desaparecem ao menos momentaneamente;

2. A pessoa se ocupa do parceiro e dos interesses dele mais do que ela gostaria, muitas vezes não chegando a receber a mesma atenção em retorno;

3. Atitudes para diminuir ou para controlar o comportamento de cuidar do parceiro são difíceis e, em geral, mal sucedidas;
4. A pessoa gasta muito tempo pensando no(a) parceiro(a) ou controlando suas atividades;

5. Ocorre abandono de interesses e atividades antes valorizadas;

6. O quadro é mantido, apesar da pessoa saber que gera problemas (inclusive profissionais) para ela, para o(a) parceiro(a) ou para os familiares.

Além dessa avaliação, o profissional irá analisar, juntamente com cada cliente, se um transtorno psiquiátrico está presente ou não.
Existem pessoas que desenvolvem esse quadro devido a sintomas de ansiedade e de depressão anteriores ao amor patológico e, nesses casos, o relacionamento destrutivo e conturbado funciona como atenuante do sofrimento gerado por esses sintomas e o tratamento medicamentoso pode ser necessário.

No entanto, os casos de amor patológico também podem ocorrer como problema isolado tanto em homens quanto em mulheres, principalmente aqueles com baixa auto-estima e profundos sentimentos de raiva, abandono e rejeição.
Na infância dessas pessoas, o modelo familiar predominante era o ansioso-ambivalente, ou seja, na relação entre mãe/pai com o bebê, este não se sentia seguro quanto ao apoio do(a) pai/mãe (ou de quem os substituiu) em situações amedrontadoras.
Quando uma criança aprendeu esse modelo de relação, ela poderá repeti-lo em sua relação amorosa, na vida adulta.
A psicoterapia está indicada nestes casos, para reestruturação desse modelo, ajudando a pessoa a se fortalecer, de modo a possibilitar o desenvolvimento de outro modelo de relação. Isso não significa trocar de parceiro, mas sim adquirir a capacidade de se relacionar de maneira mais segura e saudável com o parceiro atual ou com quem ela queira se relacionar.

Outro tipo de problema que ocorre frequentemente no âmbito do relacionamento amoroso é a dificuldade de um dos parceiros em formar um laço mais duradouro, apegar-se, de forma a amadurecer a relação.
Esses indivíduos têm dificuldade de passar do estágio da paixão. O que os motiva é o jogo da sedução e da conquista e, uma vez conquistado, o parceiro deixa de representar um interesse.
Em geral, o modelo aprendido na infância é o rejeitador, no qual o bebê, ao procurar proteção, experimentava constante rejeição por parte dos pais.
Ao se tornar adulta, a pessoa passa a tentar viver sem precisar se envolver, isto é, sem amar e sem a ajuda dos outros, dificultando a formação do laço amoroso.
Muitos conquistadores se encaixam nessa situação e alguns se incomodam a ponto de procurar um terapeuta, enquanto outros são pressionados pelo(a) parceiro(a) a mudar.

Se você ou alguém que você conhece precisar de mais esclarecimentos, o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo oferece, através do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (AMITI), avaliação e tratamento especializado.
Mais informações pelo site: Dra. Eglacy Sophia é psicóloga clínica com mestrado pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).
Dra. Monica Zilberman é médica psiquiatra, pesquisadora do Laboratório de Psicofarmacologia (LIM-23) do Instituto de Psiquiatria da USP e professora do programa de pós-graduação do Departamento de Psiquiatria da USP.

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Arte com Sucata


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

motivos para você iniciar uma atividade física e emagrecer



Procurando razões para começar a dieta e não faltar na academia?

Garimpamos muitas delas com especialistas. Depois de ler essa reportagem, você não vai querer mais ficar parada!

Por Renata Rode

Fonte: Revista Zero/Ed. 04Fotos: Símbolo Press e Getty Images


Selecionamos 29 argumentos que farão você pensar bem antes de continuar sedentária ou devorar compulsivamente uma caixa de bombons, sem necessidade alguma.

Deguste as informações e tome consciência!

1- O acúmulo de células gordurosas na região abdominal leva ao aumento do risco de doença cardiovascular e morte prematura. “A medida da circunferência abdominal, feita com uma simples fita métrica, é considerada hoje pelos especialistas uma indicação mais precisa do que o IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura ao quadrado. Trata-se de uma ferramenta efetiva para identificar indivíduos sob risco cardiovascular”, explica o doutor Ricardo Pavanello, supervisor de Cardiologia do Hcor.

2- Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a previsão até 2010 é de que doenças cardíacas serão a principal causa de óbito nos países desenvolvidos. Portanto, nada de estar acima do peso e fazer parte dessa estatística.

3- Comer certo faz você emagrecer e ter saúde. A prática de atividades esportivas sem nenhuma orientação profissional quanto à alimentação é muito comum. Porém, segundo Melina Castro, médica nutróloga do Ganep Nutrição Humana, o treinamento pode ser muito mais eficiente se houver, em conjunto, um planejamento nutricional.

4- Diminuir de cinco a dez por cento do peso inicial melhora os índices glicêmicos. “Também reduz a pressão arterial e os níveis de colesterol consideravelmente”, revela o médico Alfredo Halpern, Chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das clínicas da USP.

5- Seu espelho e os homens agradecerão se você emagrecer com uma dieta saudável. Ao seguir um cardápio equilibrado, livre de gorduras saturadas, bebidas alcoolicas e sal, alguns incômodos estéticos, como culotes, diminuem visivelmente.

6- Pele, cabelo e unha agradecem! A ingestão de líquidos e vitaminas das frutas e verduras contribui para o pacote de benefícios do emagrecimento: fazendo exercícios você emagrece e cuida do que come. As roupas caem melhor, a confiança aumenta e há considerável melhora na autoestima.

7- Vai descobrir que over training é uma furada! “Esse é um dos erros mais frequentes na malhação, já que as pessoas fazem cálculos matemáticos mirabolantes, achando que em um mês vão conseguir emagrecer 10 kg se passarem 4 horas por dia na academia. Assim, exageram nos pesos e nas repetições e acabam ganhando lesões musculares e articulares”, explica Gil de Paula, personal trainer da Progress Academia. O segredo é começar devagar e fazer sempre, assim a prática vai se tornar hábito, e não obrigação!

8- Atleta esporádica? Não! Um outro equívoco que faz mal é a prática de esportes em parques, sem orientação de um profissional de educação física. “Toda atividade física deve começar com uma avaliação completa do aluno, principalmente no aspecto médico. É imprescindível que se conheça as limitações físicas e musculares da pessoa. Só desta maneira é possível desenvolver um programa de exercícios que não traga conseqüências maléficas”, alerta Gil.

9- Malhando, você não precisa se privar dos carboidratos! A retirada total de carboidratos em um cardápio é completamente inadequada na busca por um corpo perfeito. “O carboidrato é que dá a sensação de bem estar e leva energia ao corpo. Sem ele, a pessoa se sentirá mais cansada, com desânimo, moleza, sonolência, fraqueza e até dor de cabeça”, fala Claudete Rocha, nutricionista da Clínica Plástica e Beleza.

10- Treinar alimenta sua dieta, pois você está gastando mais calorias do que absorvendo. Mas cuidado! “Malhar em dieta rigorosa é um erro muito comum e grave, uma vez que seu corpo precisa de energia, vitaminas e proteínas. Com o regime sem orientação e radical, você não tem um rendimento satisfatório durante os exercícios e pode prejudicar a saúde”, fala o personal trainer Rogério Festraits.

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