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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Brigas podem ser necessárias pra equilibrar a relação?

É possível encontrar equilíbrio em meio à turbulência da vida a dois. O exemplo mais famoso é o de Diego Rivera e Frida Kahlo

Quando Frida Kahlo conheceu Diego Rivera, ela tinha 15 anos e ele 37; ela se impressionou pela figura do muralista, e colocou na cabeça que iria conquistá-lo. Dito e feito: seis anos depois, os dois se casaram. A história da vida em comum dos dois é contada agora pelo escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, no livro “Diego e Frida” (editora Record).

Tudo seria perfeito se Rivera não fosse mulherengo e Frida não tivesse um temperamento explosivo. O casamento percorreu caminhos tortuosos até culminar em uma separação onze anos depois – e, depois disso, em uma reconciliação. Apesar das peculiaridades, os aspectos gerais desta relação apontam para uma característica comum a muitos casais: a turbulência como ponto de equilíbrio.

O psicólogo e especialista em relacionamentos Ailton Amélio, professor do Instituto de Psicologia da USP, explica que há casais do tipo “volátil”, cuja personalidade forte faz com que briguem bastante, mas não se separem. “Existem pessoas que não põem nada embaixo do tapete, que não colocam panos quentes. É bem difícil conviver com alguém assim. Mas, ao mesmo tempo que essas pessoas têm o lado negativo, elas têm muita vida”, diz Amélio. Sobre as brigas, o psicólogo salienta que “o importante é como se briga e a qualidade dos bons momentos”.

Zonas de combate
A psicoterapeuta de casais Kelen de Bernardi Pizol diz que existem diferentes zonas de comunicação entre duas pessoas: na zona azul, a conversa flui; na amarela, o conflito começa, mas se limita à troca de opiniões em um “tom de voz que ainda é amistoso”; na zona vermelha, a discussão foge do controle e ocorre agressão pessoal – seja ela física ou psicológica. “O casal saudável não chega a essa zona vermelha, ou, quando percebe que chegará, dá um tempo e para a discussão”, afirma Pizol.

Dentro desta questão há o fator equilíbrio. A psicóloga Regina Vaz, autora de “Vamos Discutir a Relação?” (Editora Planeta), diz que muitos casais tendem a confundir equilíbrio com comodismo. Nesse caso, é preciso analisar e questionar se a relação não está ficando danosa demais.
De acordo com Ailton Amélio, a personalidade do casal depende das personalidades individuais dos dois. Por isso, cada casal cria um estilo. “Não há um modelo só. Se o casal brigar de um jeito que não seja destrutivo, não é ruim. É um estilo. O importante é saber reconciliar-se”, completa o psicólogo. Ele sugere uma regra que pode ser aplicada para analisar se uma relação é ou não danosa: a regra dos cinco. “Para cada coisa ruim, precisa ter cinco coisas boas para compensar”.
Conflito e superação

Foto: Getty Images
Ozzy e Sharon Osbourne: reconciliação e superação dos conflitos
Mas o que une os casais que vivem em conflito? “Há pessoas que, inconscientemente, buscam no outro o seu lado negativo. Normalmente, a autoestima desta pessoa é baixa – e ela acaba encontrando alguém que vai afundá-la ainda mais”, diz Regina Vaz. No caso de Frida, apesar da relação ter sido emocionalmente instável, ela foi primordial para que Kahlo se tornasse uma pintora conhecida. Os altos e baixos dela com Diego iam direto para suas telas. Foi por essa capacidade de demonstrar o que sentia de maneira tão verdadeira que ela foi reconhecida no mundo das artes.

Outro casal que transformou a turbulência em arte foi Ozzy e Sharon Osbourne. Com ele passando boa parte do começo do casamento sob o efeito de drogas, o casal era bastante violento um com o outro. Depois de sete anos, Sharon decidiu separar-se de Ozzy. A separação durou três meses, Ozzy foi para a reabilitação, os dois voltaram – e continuam juntos até hoje.

Fonte:
http://delas.ig.com.br/comportamento/brigas+podem+ser+necessarias+pra+equilibrar+a+relacao/n1237726466430.html


 

Otimismo ajuda as mulheres

Pesquisadores norte-americanos constataram que as mulheres otimistas têm menos chances de sofrer com as doenças cardíacas e podem viver mais tempo do que aquelas consideradas pessimistas.

O estudo, publicado na revista Circulation, foi realizado com aproximadamente cem mil mulheres durante oito anos e mostrou que as otimistas possuem 9% menos riscos de desenvolver problemas no coração e 14% menos chances de morrer por qualquer outra causa. Já as mulheres que apresentaram sentimentos negativos, como o pessimismo, ou falta de confiança em seus semelhantes, mostraram ter 16% mais chances de sofrer com o coração e morrer.

Outro dado interessante levantado durante a pesquisa é que as mulheres otimistas praticam mais exercícios e, consequentemente, são mais magras. Segundo os pesquisadores, isso pode acontecer porque as pessimistas estão mais propensas a apresentar problemas de pressão alta e índices altos de colesterol. Uma outra possível explicação levantada pelos pesquisadores para essa relação é que aquelas mais otimistas podem ser mais capazes de enfrentar adversidades e de cuidar de si próprias quando ficam doentes.

Apesar dessas evidências, os pesquisadores acreditam que são necessárias novas pesquisas para obter um diagnóstico completo de como essas características psicológicas podem afetar a saúde. De antemão, os estudiosos ressaltam que as mulheres, além de se preocuparem com os aspectos psicológicos, devem também fazer escolhas mais saudáveis como não fumar e cuidar da alimentação

Fonte:
http://coracaosaudavel.terra.com.br/qualidade_integra.php?id=389




quarta-feira, 28 de julho de 2010

Plantas saudáveis durante as férias

Antes de viajar garanta que o jardim e os vasos continuarão impecáveis durante sua ausência


Alessandro Guimarães, especial para o iG São Paulo


Viajar é uma delícia. Mas deixar a casa fechada e sem manutenção por mais de uma semana pode resultar em plantas desidratadas e com falta de iluminação. Para garantir que o jardim não sofra até a sua volta, listamos algumas providências e soluções que podem ajudar a manter as plantas saudáveis nesse período.


Prepare o terreno
O primeiro passo é aprontar o substrato para reter a umidade com eficácia por mais tempo. “Misture à terra um pouco de matéria orgânica, como húmus ou esterco”, ensina Alexandre Braga, da Maier e Ale Paisagismo.


Além disso, há um produto especial para ajudar na hidratação: um gel capaz de reter a água e liberá-la aos poucos. “O produto é um polímero que otimiza o recurso hídrico”, afirma Omar El Jamal, da Hydroplan-EB.

Para usá-lo, basta incorporá-lo ao composto utilizado no replantio. “A técnica funciona em todas as épocas do ano, principalmente onde as variações de temperatura são muito bruscas”, completa Claudia Canales, do Atelier das Plantas. O gel também pode ser uma boa alternativa para espécies cultivadas em água. “Já que não será preciso repor o líquido com a mesma frequência”, completa El Jamal.

Mantenha a umidade
Outra providência a ser tomada é proteger a camada de terra que fica em contato com o ar. “Coloque casca de pínus, fibra de coco ou algum tipo de musgo. Isso evita a perda de água”, diz Claudia.

Ao contrário do que se imagina, abrir as janelas para arejar o ambiente não é uma boa ideia nessa época de frio. “Mantê-las fechadas evita a dispersão da umidade”, explica Braga.

Hidratação gota a gota
Instalar um gotejador no vaso é uma boa maneira de garantir a irrigação durante sua ausência. No mercado alguns equipamentos mais simples, onde se pode adaptar uma garrafa PET, e os mais moderninhos, que contam com uma bomba submersa e são movidos a eletricidade. “Essa é uma forma de amenizar o problema e evitar o ressecamento”, diz Braga.

Pode-se ainda recorrer a uma adaptação caseira: faça um pequeno furo na tampa de uma garrafa de refrigerante vazia, encha-a de água e coloque-a de cabeça para baixo no vaso. “Isso ajuda na irrigação, porém o tempo é limitado e recomenda-se não passar mais de quatro dias com o uso deste método”, alerta Claudia.

A tecnologia entra em campo
Por computador, é possível transmitir dados de temperatura, umidade e velocidade do vento.

Programar o horário e a duração das regas pelo celular também já é possível graças à tecnologia. Basta ter em casa um bom sistema de automação. “É uma ferramenta poderosa para facilitar o dia a dia e essencial para quem deseja aproveitar os dias de folga sem preocupações”, afirma Felipe Gásparo, engenheiro da GDS.

A ciência vai além. “Hoje se transmite de uma central meteorológica a um computador ou a um smartphone, o que permite tomar decisões de cuidados ainda mais precisas”, diz Reiner Jurgen Von Wallwitz, da Home Control.

Ainda é possível aproveitar o circuito fechado de TV (CFTV) para monitorar suas plantas pela internet. O valor mínimo para quem já possui um jardim automatizado e pretende estender o controle para a web ou por telefonia móvel é de R$ 5 mil, segundo dados da GDS.

Fonte: http://delas.ig.com.br/casa/jardinagem/plantas+saudaveis+durante+as+ferias/n1237719890278.html

Exercício físico na dose certa é arma poderosa contra osteoporose

A perda da massa óssea é uma consequência natural do envelhecimento. Em níveis elevados pode gerar uma doença, a osteoporose

AE

Com os ossos enfraquecidos, a probabilidade de fratura aumenta. É uma enfermidade silenciosa e geralmente o paciente só é diagnosticado quando faz exames preventivos de rotina ou quando sofre uma ou mais fraturas.

O mais grave é a difícil recuperação após a quebra do osso. Estudos divulgados pela International Osteoporosis Foundation - IOS (Fundação Internacional de Osteoporose) apontam que fraturas no quadril são invariavelmente associadas com dor crônica, redução de mobilidade, incapacidade e aumento do grau de dependência. De acordo com a idade, estado clínico e gravidade da fratura podem ocorrer complicações e óbito.

Ao contrário do que se possa imaginar, uma pessoa portadora de osteoporose pode praticar exercícios físicos para diminuir a progressão da doença, evitar quedas e suas consequências. A osteopenia é um estágio anterior à osteoporose e neste caso exercícios regulares podem prevenir a progressão para osteoporose.

O efeito pisoelétrico, que é a troca de cargas positivas e negativas entre a superfície e a parte interna do osso, é um fator determinante na fixação do cálcio. Este efeito é obtido quando ocorre a compressão do osso. Pode ser gerado através de exercício de impacto ou simples compressão óssea, como acontece com o fortalecimento muscular. Exercícios com impacto são contraindicados para portadores de osteoporose devido ao risco de fratura.

O importante é que o paciente procure uma academia especializada com programa de exercícios e profissionais habilitados a oferecer programas específicos para portadores de osteoporose, pois o acompanhamento adequado é ideal para uma recuperação satisfatória da mobilidade sem envolver riscos.

matéria completa: http://delas.ig.com.br/bemestar/exercicio+fisico+na+dose+certa+e+arma+poderosa+contra+osteoporose/n1237727835605.html
 

Meninas têm mais chances de alcançar bom desempenho escolar



Segundo pesquisa inédita do Projeto Atenção Brasil, explicação está na habilidade social e melhor índice de saúde mental delas

Thelma Torrecilha, especial para o iG

Pela primeira vez, a saúde mental da população infanto-juvenil brasileira foi avaliada por um estudo científico. Pesquisadores do Projeto Atenção Brasil analisaram o comportamento de meninos e meninas de diferentes Estados do País e concluíram que as estudantes do sexo feminino têm 59% a mais de chance de alcançar um desempenho escolar acima da média do que os do sexo masculino.


Segundo eles, a explicação está no comportamento e na forma como ambos lidam com as emoções. As meninas apresentam melhores índices de saúde mental. O estudo comprovou que meninos estão mais sujeitos a dificuldades emocionais, problemas de conduta e de habilidade social. Os menores índices de saúde mental deles aumentam em 70% os riscos de baixo desempenho escolar.

Os dados são do Projeto Atenção Brasil, um estudo populacional desenvolvido pelo Instituto Glia, de Ribeirão Preto (SP), com a colaboração de pesquisadores da Universidade La Sapienza (Itália) e do Albert Einstein College of Medicine (EUA). Para o presidente do Instituto Glia e coordenador da pesquisa, neurologista da infância Marco Antonio Arruda, a superioridade no desempenho escolar proporcionada pela habilidade social e os melhores índices de saúde mental das meninas foi um achado importante.

“No que se refere a desempenho escolar, as meninas ganham de lavada. A pesquisa surpreendeu, porque mostrou características comportamentais próprias das meninas, que interferem no desempenho escolar. Elas pensam antes de agir, concluem as tarefas, são mais resilientes, proativas”, afirmou.

De acordo com a pesquisa, as meninas apresentam um comportamento pró-social, são queridas pelas outras crianças, têm pelo menos um bom amigo e consideração pelos sentimentos das pessoas. Já os meninos não gostam de compartilhar brinquedos e doces, têm acessos de raiva, mentem ou enganam, brigam e amedrontam colegas com frequência.

Foram entrevistados pais e professores de 9.149 crianças e adolescentes de 81 municípios, em 16 unidades da Federação. Os pesquisadores coletaram e analisaram dados de crianças e adolescentes de ambos os sexos, de 5 a 18 anos de idade, frequentando classes regulares do 1º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio em escolas particulares e públicas, de zona urbana e rural.

A amostra final da pesquisa foi de 5.961 crianças e adolescentes, pois foram considerados apenas os questionários completos, respondidos por pais e professores.

Conceitos mais amplos  matéria completa: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/meninas+tem+mais+chances+de+alcancar+bom+desempenho+escolar/n1237729151288.html

terça-feira, 27 de julho de 2010

domingo, 25 de julho de 2010



 

Dia 26 • julho • 2010
19h30 • Grande Auditório do MASP
Apresentação de Clóvys Tôrres e Marina Mesquita

CRÂNIO

De: Lucia Carvalho
Direção: Nilton Carvalho
Elenco:
Patricia Gasppar, Renato Caldas, Noemi Marinho, Fabio Herford e Marcelo Mansfield

Sinopse
Dois funcionários de uma empresa de vendas de ar condicionado rompem seu monótono cotidiano e se metem em diversas trapalhadas para reparar um erro ocorrido no trabalho, envolvendo sua chefe, um cliente da empresa e até um crânio mexicano que foi dado de recordação.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Horta Pronta


Oi Mulheres de Atitude e também Homens de Atitude!

Agora temos aqui no Brasil, a Horta Pronta Online, a Horta que você já compra Pronta e começa cultivar em casa, apartamento, escritório etc. É um empurrãozinho para as pessoas começar cultivar e não parar mais…

Abraço Fraterno…Eliel.

http://sites.google.com/site/hortaprontaonline

Doe 2 horas do seu dia

Doe duas horas do seu dia para confeccionar origami em uma Ong
Quando?  dia 24/07 - Sábado
Clube das mães do Brasil
Onde? Av. São João, 2150
Castelinho da São João
Contato: 3662-1444
Coordenadora: Cristina

quinta-feira, 22 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Mais exercício e menos remédio

Mulheres são as que mais se beneficiam da relação "consumo de medicamentos e atividades físicas"


Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.


Esta é a conclusão do trabalho de mestrado “Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família”, realizado por Leonardo José da Silva, na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP. Ele acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.

“Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine”, disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo. Os resultados do estudo foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.

Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.


O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.

Economia de medicamentos
Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.

“Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento”, disse a orientadora.

A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.

O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. “Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina”, comentou a professora da Unifesp.

Esse efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. “A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares”, disse.

As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.

A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. “Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a frequência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina”, disse.

Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. “A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física”, sugeriu.

Encontro com Angelo Gaiarsa: "A Vitalidade no dia a dia"

O Espaço Integração convida:

                                                             Dr. José Angelo Gaiarsa


"A Vitalidade no dia a dia"

"As pessoas envelhecem ou adoecem porque sempre fazem os mesmos movimentos e por que respiram mal"

Proposta
A intenção básica é levar os participantes a ampliarem consideravelmente a consciência sobre suas vidas, como vivem e como atuam no dia a dia.

Tópicos
-Como ativar o que existe de saudável no homem
- Postura e comportamentos inconscientes
geram uma respiração limitada e encurtada.
-Relação entre educação, respiração e conquista de autonomia.
-Falta de intensidade de contato - causa das neuroses.

Técnicas
Leitura Corporal
Exercicios de Consciência Respiratória

Benefícios
*Auto Conhecimento e Desenvolvimento Pessoal
*Consciência nas relações consigo e com os outros
*Desenvolvimento de maior percepção corporal e liberdade de movimentos.

A quem se destina
As pessoas que admiram o trabalho do Dr. Gaiarsa e também aos profissionais e estudantes de Terapias Corporais, Psicologia, Terapias Complementares, Medicina e afins.

O Facilitador
José Angelo Gaiarsa é psiquiatra e psicoterapeuta. Atua na area terapeutica há 50 anos, é escritor com mais de 25 livros publicados. Palestrantes de sucesso aborda temas como família, sexualidade e relacionamentos amorosos.

É especialista em comunicação não verbal, vivências e práticas corporais. Sua longevidade é seu maior exemplo.

Coordenação e Assistência
Mauricio Bastos é terapeuta há 15 anos. Tem formações em Renascimento, Psicologia Budista, Massagem Thai, Práticas Meditativas e Terapias Aquáticas. Desenvolveu seu próprio método terapêutico chamado Terapia do SER .

Data
Sábado , dia 14 de agosto de 2010.
Horário
das 15h às 19h.
Investimento
R$150,00 à vista antecipado (na reserva de vaga)
ou 2x R85,00.
Inscrições/Desconto
*Inscrições até o dia 2/08 terao desconto de 10% no valor à vista.


*É fundamental fazer a reserva antecipadamente via depósito bancário.

Informações
Pelo fone (11)-4702-4838 das 14h às 20h com Claudia ou contato@espacointegracao.com.br
Vagas limitadas!

Rua São Francisco 186 - Granja Viana - São Paulo - (11) 4702.4838

 

Turismo arquitetônico nas férias

Aproveite os dias livres para viajar e aprender mais sobre arquitetura
Juliana Guimarães, especial para o iG São Paulo

Viajar é sempre uma oportunidade de descansar e aprender “in loco”. Mais do que conhecer a cultura da região, suas tradições gastronômicas, religiosas e sociais, sair caminhando pelas ruas e observando atentamente suas construções pode ser uma ótima oportunidade de aprender mais sobre a arquitetura.


Preparamos um roteiro especial em algumas das cidades mais fascinantes do mundo que, além de serem verdadeiros presentes para os olhos, contam com construções históricas que valem por verdadeiras aulas de história.

Escolha seu destino preferido e aproveite as férias para se inspirar.

Pelo Brasil

Ouro Preto (MG) - http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/viaje+pela+historia+do+brasil+em+ouro+preto/n1237719898310.html
Gramado (RS)http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/arquitetura+europeia+sem+sair+do+brasil/n1237719864379.html
Paraty (RJ) http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/volta+ao+seculo+17+em+paraty/n1237719762554.html


Pelo mundo
Roma (Itália)http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/nostalgia+e+historia+a+cada+passo+em+roma/n1237719726665.html
Bath (Inglaterra)http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/mergulho+nas+termas+romanas+em+bath/n1237719740560.html
Berlim (Alemanha)http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/mosaico+de+estilos+em+berlim/n1237719693400.html
Nova York (EUA) http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/efervescencia+arquitetonica+em+nova+york/n1237719678319.html

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Abortos de repetição podem ter origem na genética do casal

Excesso de semelhança entre pai e mãe pode provocar falha imunológica durante a gestação

Bruno Folli, iG São Paulo

O desafio de ter um filho é enorme para casais com problemas de compatibilidade imunológica. Até que essa falha no organismo da futura mãe seja descoberta, a mulher pode sofrer diversos abortos.


O desgaste emocional é duplo nestes casos. Ele acontece pelas gestações interrompidas e também porque o diagnóstico é feito por exclusão. Isso significa que a mulher passará por diversos exames, em busca de problemas mais frequentes e simples de identificar, até chegar às causas imunológicas.São feitos testes para infecções, deficiência hormonal e falhas anatômicas, por exemplo. Mas os resultados mostrarão que tudo está em ordem. “Isso é muito angustiante para mulheres e médicos”, comenta Silvia Daher, professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e membro da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia).

Uma forma de identificar o problema imunológico é por um exame chamado cross-match. Ele investiga se o sangue da mãe tem anticorpos contra o sangue do pai, mais especificamente contra um elemento do sangue, os glóbulos brancos.

Diferente ou muito parecido?
Os problemas de compatibilidade imunológica são causados quando há muita semelhança entre o casal, e não quando há muita diferença. O ideal é que os dois sejam bastante incompatíveis, do ponto de vista genético.

Os componentes genéticos do casal formam o feto, sendo parte da mãe e parte do pai. Essa combinação gera uma formação imunológica diferente, que é identificada como um corpo estranho dentro do organismo da mãe. É algo semelhante à reação do corpo ao implante de um órgão em pessoas transplantadas.

O organismo reage para se proteger. Ele cria anticorpos, instrumentos naturais de defesa, para atacar o corpo estranho. No caso dos transplantados, medicamentos são dados para agir sobre a resposta imunológica.

Já no caso das grávidas, o próprio organismo cria mecanismos para impedir que a resposta imunológica leve a um aborto. Quando há falha neste processo, a gestação é interrompida. "Quando o organismo rejeita a gravidez, esse tipo de aborto se chama alo-imune, e o problema deve ser identificado e tratado antes da mulher engravidar", alerta o ginecologista Joji Ueno, diretor da Clínica Gera e do Instituto de Ensino e Pesquisa em Medicina Reprodutiva de São Paulo.

Abortos e mais abortos
Quando uma mulher tem a gravidez interrompida, a chance disso acontecer outra vez é de 15%. “O risco sobe para 24% no caso de dois abortos, e cresce mais ainda para 30%, no caso de três abortos”, revela o obstetra e imunologista Leandro Gustavo de Oliveira, professor da Unifesp.

Para se configurar um quadro de aborto de repetição, a mulher precisa ter sofrido três ou mais perdas. “Isso acontece com pouco menos de 5% das mulheres que engravidam”, afirma Oliveira.

Fonte http://delas.ig.com.br/saudedamulher/abortos+de+repeticao+podem+ter+origem+na+genetica+do+casal/n1237704778690.html

Por que, afinal, sentimos tanta culpa?

O sentimento de culpa, mais comum entre as mulheres e que ronda a maioria das nossas ações, pode ser domado


Um estudo aponta que as mulheres sentem mais culpa do que os homens


Você não foi na ioga hoje? Comeu demais no jantar? Teve que ficar até mais tarde no trabalho e não teve tempo para os filhos? As situações são diferentes, mas o sentimento que ronda a cabeça da maioria das mulheres é o mesmo: a culpa.


De acordo com o médico e escritor Moacyr Scliar, autor do livro “Enigma da Culpa” (Editora Objetiva), em que analisa aspectos históricos, religiosos e psicanalíticos da culpa, o sentimento “resulta da consciência de uma transgressão ou de um conflito inconsciente”. Segundo Scliar, existe um fator que aumenta a pressão e dificulta a liberação da culpa: a sociedade e o peso que ela dá às coisas. “Os códigos de conduta são muito rígidos. Padrões demasiado exigentes, seja no trabalho, nas relações pessoais, isso gera muitas frustrações. A pessoa não atinge aquilo acha que os outros esperam dela e sente-se automaticamente culpada”, diz.

Para a colunista Regina Navarro Lins, psicóloga e autora de “A Cama na Varanda” (Ed. Rocco), somos frutos de uma cultura judaico-cristã em que o sofrimento é uma virtude. “A sociedade é toda baseada em culpa e pecado”, diz. De acordo com Navarro, existe uma construção da culpa desde a consolidação do catolicismo. Scliar concorda e completa: “O Jeová, do Antigo Testamento, é um Deus que vigia constantemente os humanos, e que não hesita em acusá-los e puni-los. Cristo procura absolver os pecados da humanidade, mas o cristianismo não acabou com a culpa, sobretudo em termos morais”, completa.

A culpa da mulher
No começo deste ano, pesquisadores da Universidade do País Basco, na Espanha, divulgaram um estudo sobre o sentimento de culpa. Eles questionaram 250 pessoas, de ambos os sexos, e chegaram à conclusão de que as mulheres sentem mais culpa do que os homens, principalmente as que estão na faixa dos 40 e 50 anos. Os altos índices de culpa feminina, segundo os pesquisadores, são causados por práticas educacionais que exigem mais das mulheres do que dos homens, repressão na infância e por danos causados em terceiros.

No campo dos desejos e relacionamentos, a psicóloga Regina Navarro cita a repressão sexual como a principal causadora da culpa. Ela explica que, durante muito tempo, vendeu-se que a marca da feminilidade era não ter prazer no sexo. “Esse discurso foi tão forte que ainda ecoa hoje quando as mulheres se sentem culpadas por transar no primeiro encontro, por exemplo”, explica.

A psicóloga Ceres Alves Araújo explica que a pessoa geralmente sente culpa quando percebe (ou acha) que fez algo errado, algo que pode desagradar alguém. Para ela, a culpa sentida na maternidade, por exemplo, é uma das mais comuns. Mas alerta que algumas mães exageram e sentem uma culpa descabida, como, por exemplo, a sentida quando é preciso voltar ao trabalho depois do término da licença maternidade. “Algumas mulheres se sentem mais culpadas ainda quando percebem que têm prazer em trabalhar”, diz. O sentimento vem de uma imagem pré-concebida de que a mãe precisa estar presente o tempo todo na vida do filho. “A criança consegue sobreviver longe da mãe, necessita de pessoas cuidando dela, claro, mas nem sempre precisa ser a mãe. Aliás, é bom para criança perceber que a mãe vai e volta”, diz.

Sete ações para atenuar a culpa, segundo Moacyr Scliar
1. Não negar a culpa

2. Aprender a diferenciar a culpa real da culpa neurótica, originária do inconsciente

3. Aceitar, sem se envergonhar ou se culpar, as fantasias sexuais e desejos proibidos

4. Aprender a conviver com a criança que temos dentro de nós, que controla muitos de nossos pensamentos e atos

5. Reconhecer que, muitas vezes, traz-se do passado uma raiva que se transforma em crônica e destrutiva ruminação

6. Não deixar que a culpa nos torne manipuláveis – pelo cônjuge, pelos filhos, pelos amigos, pelos colegas de trabalho, pelo chefe, por líderes políticos, por quem quer que seja. A manipulação através da culpa é um processo que, invariavelmente, conduzirá ao desastre psicológico

7. Tudo isto pode ser resumido em uma única palavra: compreensão. “O “homem é o único ser capaz de sentir culpa”, disse o filósofo Martin Buber, acrescentando: “mas é também o único ser capaz de iluminar a sua culpa.” A culpa iluminada, a culpa compreendida, é a culpa domada. Para compreender sua culpa, a pessoa pode necessitar da ajuda de familiares, de amigos, de colegas - e também de um terapeuta.

Fonte http://delas.ig.com.br/comportamento/por+que+afinal+sentimos+tanta+culpa/n1237719702452.html

Retenção de líquido ou sobrepeso?

Acúmulo de água sob a pele é natural e cíclico e não deve ser confundido com excesso de gordura

Lívia Machado, iG São Paulo

As mulheres sempre acham que têm. A retenção de líquido é pouco entendida, e muito divulgada. Por vezes, justifica (ou camufla) ou quilos a mais na balança. Segundo especialistas, de fato, a incidência no sexo feminino é alta, mas não crônica a ponto de manter o peso sempre elevado.


Fábio Haddad, cirurgião vascular da Beneficência Portuguesa de São Paulo, revela que a retenção de liquido é freqüente às vésperas do período menstrual, provocada pelos hormônios estrógeno e progesterona. Nessa época, o inchaço e o aumento do peso são comuns – consequências da retenção. Dois dias após o inicio da menstruação, parte dessa água retida já é eliminada.

Diferenciar inchaço de gordura é simples e não requer nenhum conhecimento específico. Ruth Clapauch, vice-presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), explica que a retenção ocorre quando a água sai das células, dos vasos e vai para a periferia, em baixo da pele. O sintoma é visível e se reflete no corpo todo.


Hormônios e alimentação podem provocar inchaço por retenção de líquido
“Basta uma simples pressão dos dedos contra o osso da perna para ver a formação de uma marquinha. Se ele aparece, é sinal de retenção. Marcas da costura das roupas na pele também revelam excesso de líquidos. A água pesa e pode fazer uma pequena diferença na balança, mas isso não é permanente. Um quilo na época da menstruação é normal.”

Além da questão hormonal, o excesso de sal na alimentação, ou consumo de alimentos industrializados – como sopas e caldos prontos – exigem mais água para serem absorvidos, e podem provocar o acúmulo de líquidos no organismo. No verão, o processo também tende a ser mais freqüente.

Tais fatores, porém, aponta Haddad, representam um quadro normal e cíclico. “Todos os dias estamos sujeitos a reter mais ou menos líquido. No verão, esse quadro se intensifica, o calor também provoca inchaços. Exercícios físicos diários ajudam a manter o problema distante.”

Quando o inchaço está associado a alguma doença, o tratamento exige cuidados maiores e acompanhamento médico. A retenção de líquido pode ser conseqüência de problemas cardíacos, renais ou provocada por varizes e doenças vasculares. Nesses casos, os especialistas aconselham repousar com as pernas levemente elevadas, duas ou três vezes ao dia, durante 30 minutos. Alem disso, é recomendável o uso de meia-elástica, caminhadas diárias e, se necessário, tratamento com diuréticos.

Drenagem linfática
Vendida como uma grande aliada da beleza, as sessões de drenagem linfática tendem a combater a retenção de líquido e aliviar o inchaço. Fabio Haddad explica que a massagem ajuda a conduzir o excedente de líquido para o sistema urinário. Entretanto, o procedimento, mesmo que recomendado semanalmente pelos especialistas, não representa a cura para o problema.

"É uma solução paliativa. Só a drenagem não resolverá o problema e não evitará que a retenção aconteça, mas ajuda a tratar" diz.

Água com menos sódio
Vendida como um antídoto natural contra a retenção de líquidos, a água com menos sódio não ajuda a evitar inchaços no corpo. Na avaliação dos especialistas, a quantidade de sódio na água pouco influi no problema como um todo.

“Não há nada comprovado em relação a isso. A quantidade de sódio na água é muito baixa. Alimentação sem sal é muito mais relevante do que a quantidade de sódio na água”, assevera Haddad.

Beber muita água durante o dia é fundamental, mas não há correlação entre hidratação constante e retenção de líquidos. “Beber um litro de água por dia é importante para manter o corpo hidratado, mas em nada interfere na retenção de líquidos”, finaliza o médico.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Da horta para a xícara

Uma pequena horta é suficiente para aquecer-se com deliciosas infusões de ervas frescas durante o inverno
Juliana Guimarães

Nesse friozinho, nada melhor do que um bom chá ou infusão de ervas colhidas diretamente da horta para esquentar. “É simples cultivá-las em casa, basta encontrar um local adequado”, afirma a paisagista Anna Saraceni. Esse lugar pode ser um pequeno jardim, a varanda ou a janela da cozinha. “O importante é que as espécies recebam luz solar por cerca de quatro horas por dia".


Depois de eleger o cantinho perfeito, a dica é organizar uma verdadeira reunião familiar. “Antes de começar o plantio é fundamental decidir quem vai cuidar da horta e quais ervas serão as escolhidas”, diz Rodrigo Rufino, da Sabor de Fazenda.

O próximo passo é comprar o material necessário: mudas, vasos ou jardineiras. “As ervas prontas para replantio são boas opções. Algumas das espécies mais usadas são a carqueja, a hortelã, o capim-limão, a erva-cidreira e o manjericão, entre outras”, diz Laurent Serrigny, da Horta em Casa.

Segundo ele, o segredo do sucesso é cultivá-las em solo fértil, preparado com adubos orgânicos. Há também receitas simples que garantem a saúde das plantas. “Misture um pouco de leite na água de rega, pois é fonte de cálcio. Pó de café (depois de coado) pode ser colocado na terra, medida que evita o aparecimento de pragas”, indica Anna.

Cuidados básicos
Outra medida para se livrar das pragas é plantar capuchinha ou qualquer exemplar com flores amarelas ao redor das ervas. “Elas atraem os insetos que afugentam as pestes”, afirma a paisagista.

Garantir uma boa drenagem também é indispensável, pois espécies encharcadas não sobrevivem. “No caso de vasos, é importante dispor argila expandida e manta de bidim (que funciona como filtro) embaixo do substrato”, ressalta.

A rega deve ser feita duas vezes por semana para garantir um bom resultado. “É essencial reservar algumas horinhas de atenção para a horta. Além de lindas, as ervas são muito úteis pelo aroma, sabor e propriedades medicinais”, diz Rufino.


http://sites.google.com/site/hortaprontaonline/

Matéria completa:
 http://delas.ig.com.br/casa/jardinagem/da+horta+para+a+xicara/n1237687039756.html

Governo quer proibir pais de dar palmada em crianças

Projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico será assinado para marcar os 20 anos de vigência do ECA


Pais, professores, cuidadores de menores em geral podem ficar proibidos de beliscar, empurrar ou mesmo dar "palmadas pedagógicas" em menores de idade. Um projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico será assinado nesta quarta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para marcar os 20 anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A medida visa garantir o direito de uma criança ou jovem de ser educado sem o uso de castigos corporais ou "tratamento cruel e degradante". Atualmente, a Lei 8.069, que institui o ECA, condena maus-tratos contra a criança e o adolescente, mas não define se os maus-tratos seriam físicos ou morais. Com o projeto, o artigo 18 passa a definir "castigo corporal" como "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente". Para os infratores, as penas são advertência, encaminhamento a programas de proteção à família e orientação psicológica.

"A definição proposta se aplica não só para o ambiente doméstico, mas também para os demais cuidadores de crianças e adolescentes - na escola, nos abrigos, nas unidades de internação. O projeto busca uma mudança cultural", diz a subsecretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira. Segundo ela, "1/3 das denúncias no Disque 100 refere-se à violência doméstica, seja na forma de negligência ou de maus tratos".

Será necessário o testemunho de terceiros - vizinhos, parentes, funcionários, assistentes sociais - que atestem o castigo corporal e queiram delatar o infrator para o Conselho Tutelar. Vale lembrar que, no caso de lesões corporais graves, o responsável é punido de acordo com o Código Penal, que prevê a pena de 1 a 4 anos de prisão para quem "abusa dos meios de correção ou disciplina", com agravante se a vítima for menor de 14 anos. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/governo+quer+proibir+pais+
de+dar+palmada+em+criancas/n1237715082074.html

Excesso de flexibilidade atinge até 30% das pessoas, mas pode ser doença

Hipermobilidade tem efeitos que vão da malformação do coração a dores musculares. Saiba se você precisa de aconselhamento médico

Bruno Folli, iG São Paulo

Os movimentos elásticos dos contorcionistas de circo, impossíveis de serem imitados por outras pessoas, são os exemplos mais conhecidos da hipermobilidade. Essa condição é resultado de um defeito genético nos tecidos conjuntivos, como tendões, músculos e cápsulas (membranas que envolvem as articulações).


Ainda hoje, é vista como virtude a capacidade de realizar movimentos com flexibilidade acima da esperada. Mas não deveria ser assim. “Esse defeito genético é responsável por muitas queixas de dor nos joelhos, nos ombros e até na coluna”, afirma Neuseli Lamari, fisioterapeuta da Famerp (Faculdade de Medicina de Rio Preto


O problema é que a associação entre hipermobilidade e suas consequências ainda é pouco conhecida. “Mesmo os médico fazem diagnósticos equivocados e, muitas vezes, desconhecem a hipermobilidade”, alerta a fisioterapeuta.


Estima-se que 30% da população tenha hipermobilidade, sendo que o problema é mais comum em mulheres. Para saber se você faz parte deste grupo, basta realizar um teste simples, com apenas cinco movimentos (veja no final da reportagem).

Fonte- matéria completa: http://delas.ig.com.br/saudedamulher/excesso+de+flexibilidade+
traz+prejuizos+a+saude/n1237698439819.html

Desprendimento no morar

Casas compartilhadas são ótima opção para diversificar o endereço sem perder em conforto

Nos dias de hoje ficou difícil de sermos surpreendidos com as edificações que surgem no mundo. Há treze anos, quando o Museu Guggenheim Bilbao foi inaugurado, aquela obra me pareceu a coisa mais estranha desse mundo. De lá para cá passamos por incontáveis construções espetaculares por sua plástica, tecnologia e sustentabilidade.


Mas, recentemente, foi com algumas palavras do arquiteto Julien De Smedt, arquiteto belga baseado na Dinamarca, fundador do JDS Architects, que enxerguei um novo caminho de comportamento, que, quem sabe, crie uma nova necessidade e, assim, mude a maneira de morar.

Segundo ele, possivelmente as pessoas não percam o interesse em ter sua casa própria, mas podem mudar o conceito de propriedade e diversificar seu próprio endereço. Basta que a casa tenha uma área personalizada, particular, e um segundo espaço que possa sempre receber outro morador.

Ele dá o exemplo de sua vida pessoal. Ele tem um apartamento em Bruxelas e outro em Copenhague, e as chaves de um em Nova Iorque e de dois em Paris. Resultado de uma proposta feita a alguns amigos de trocarem as chaves de suas moradias. Dentro desse conceito, todos podem ocupar esses espaços sem reorganizações prévias.

Será que um dia conseguiremos esse frescor e desprendimento?

Fonte: http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/desprendimento+no+morar/c1237715225298.html

Sua dor de cabeça tem motivo

Conheça alguns fatores que podem desencadear crises de cefaleia, um problema bem feminino
Chris Bertelli, iG São Paulo


Setenta e dois por cento da população brasileira teve pelo menos uma crise de dor de cabeça no último ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia. A prevalência é maior entre as mulheres. Ainda segundo a entidade, todo dia 2% da população brasileira tomam analgésico.


A entidade internacional já classificou mais de 200 tipos diferentes de dor de cabeça. Saber o que está causando essa dor é o principal passo para tratá-la corretamente.

As dores de cabeça, essencialmente, são de dois tipos. “A cefaleia primária é a doença e o sintoma dela mesma, já a secundária é aquela em que outros motivos podem estar causando a dor, como uma gripe, por exemplo”, esclarece o neurologista especializado em dor de cabeça Abouch Krymchantowski. Segundo ele, para distinguir uma da outra é essencial ficar de olho na freqüência e na intensidade das crises. “A primeira não é uma coisa que você tem um dia e passa. Ela chega a ter uma constância de duas vezes ou mais por semana durante anos”, afirma.


As dores secundárias podem ter motivos distintos que nem sempre estão relacionados à tensão do dia-a-dia ou a uma doença em si. “Em geral, a pessoa tem dor de cabeça porque herda uma predisposição. E frente a determinados deflagradores, a cefaleia aparece”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia, Carlos Bordini.

Os fatores que podem funcionar como gatilho da dor são os mais diversos e variam de pessoa para pessoa. Dormir pouco ou em excesso, ingerir comida gordurosa, fumar, pular refeições, mudanças súbitas de temperatura, muita claridade e consumo de produtos como o álcool, lácteos, entre outros, são os deflagradores mais frequentes.

“Para algumas pessoas, evitar esses fatores pode ser útil. No entanto, temos de tomar cuidado para que a pessoa não crie mitos. Para poder dizer que o vinho, por exemplo, dá dor de cabeça a pessoa teria que experimentá-lo algumas vezes em situações diferentes. A grande chave é o equilíbrio”, afirmou o neurologista.

Matéria completa: http://delas.ig.com.br/saudedamulher/sua+dor+de+cabeca+tem+motivo/n1237708922013.html

Letras em Cena - Leitura Dramática

terça-feira, 13 de julho de 2010

Perdas e danos da paixão

Regina Navarro Lins: "A paixão está em via de extinção. As mentalidades estão mudando e a tendência é outra"


Stephen Fleming é um dos líderes do parlamento inglês, com reputação intocável e comportamento familiar exemplar. Isto até se apaixonar pela noiva do filho, Anna. Os dois começam um relacionamento, mas Anna não está disposta a abrir mão do noivo. Stephen então altera sua rotina para estar com ela em seus encontros furtivos. Eles sabem o quanto este relacionamento pode abalar as pessoas que amam e destruir suas vidas, mas a paixão é mais forte que a razão. O que acontece? Uma tragédia. Esta é a sinopse do filme Perdas e Danos, de Louis Malle, baseado na novela de Josephine Hart, com Jeremy Irons e Juliette Binoche nos papeis principais.

A paixão nos faz olhar o mundo de outra forma. Tudo assume cores e matizes surpreendentes. Êxtase, euforia, apreensão, dias inquietos, noites insones... É possível estar entre muitas pessoas e ficar preso por uma única imagem. Todos desaparecem, até a realidade se afasta do cenário e a pessoa amada se torna a única presença significativa, a única que nos importa. Vivemos numa espécie de “solidão a dois”. Uma dimensão minha, interna, de que eu não era consciente, emerge e eu me enriqueço com o que até aquele momento me era desconhecido.

A paixão pode ser comparada ao estado hipnótico. Há uma fixação no ser amado, o que em alguns casos se torna uma obsessão. Os amantes experimentam um sentimento de incrível plenitude e, simultaneamente, têm a impressão de terem vivido até aquele momento em estado de privação: a presença do outro é fonte de bem-estar que parece ter possibilidades inesgotáveis. É como se novas percepções e emoções enchessem os nossos canais sensoriais, abrindo à alma outra dimensão.

Matéria completa: http://delas.ig.com.br/colunistas/questoesdoamor/
perdas+e+danos+da+paixao/c1237713130444.html

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ligação perigosa



A radiação eletromagnética emitida por antenas celulares estaria associada à ocorrência de determinados tipos de câncer, segundo pesquisa da UFMG (foto: Camila Cortés Aguilar – CC BY-NC-SA 2.0)

Pesquisa associa ocorrência de câncer à radiação eletromagnética de antenas de celular, relacionando mortes pela doença em Belo Horizonte a pontos da rede de telefonia móvel.
Por: Bruna Ventura
Nunca foi tão fácil ter um celular. A última pesquisa do Centro de Estudos Sobre Tecnologia da Informação, divulgada em abril, mostra que a proporção de brasileiros com os aparelhos cresceu 21% nos últimos três anos (de 2006 a 2009). Isso significa que, em 82% dos domicílios do país, pelo menos uma pessoa tem um celular.
Mas a constante exposição dos usuários à radiação eletromagnética transmitida pelo aparelho e pelas antenas é segura? Não, segundo a engenheira e pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Adilza Condessa Dode, autora de um estudo que relaciona o número de óbitos por câncer à radiação emitida por antenas de telefonia móvel.
A pesquisadora mapeou 300 pontos de antenas e constatou que mais de 80% das pessoas que morreram moravam a cerca de 500 m de distância


A primeira parte da pesquisa consistiu em analisar, entre o total de casos de câncer na cidade de Belo Horizonte, quantos estavam relacionados à radiação eletromagnética. Ao todo, foram 4.924 óbitos no período entre 1996 e 2006 pelos tipos de câncer relacionados, como próstata, mama, pulmão, rins e fígado.
Em seguida, a pesquisadora mapeou 300 pontos de antenas na cidade e, ao cruzar os dados, constatou que mais de 80% das pessoas que morreram moravam a cerca de 500 metros de distância desses pontos.
De acordo com os cálculos teóricos de Dode, o nível de radiação desses locais ultrapassa os padrões adotados pela legislação federal, em maio de 2009, de 300 GHz.
“Esses padrões já são extremamente altos e perigosos para a saúde humana. Quanto mais próximo de uma antena a pessoa mora, maior é o contato com o campo elétrico”, diz a pesquisadora.
Ela costuma passar cerca de oito horas em cada residência analisada medindo a radiação e planejando a arquitetura eletromagnética do lugar. “Incentivo as pessoas a mudarem o quarto para outro cômodo, menos afetado, e a evitarem as partes da casa onde a incidência da radiação é maior”, diz.



Em votação apertada, Senado aprova ‘divórcio direto’

Por 49 votos a favor, quatro contra e três abstenções, o Senado aprovou a emenda constitucional que cria no Brasil o “divórcio direto”.

Significa dizer que, uma vez divorciada, a pessoa pode, se quiser, casar-se novamente no dia seguinte.

Acaba a figura jurídica da separação judicial (antigo desquite), que obrigava os casais a esperar por até dois anos para poder casar de novo.

A emenda passou raspando na trave. O quorum de 49 votos a favor é o mínimo exigido para a aprovação de emendas à Constituição.

Coube à senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) anotar no painel eletrônico o último voto. Chegou ao plenário atrasada. Por pouco o voto dela não foi consignado.

A emenda já havia sido aprovada na Câmara. Entra em vigor no dia da promulgação.

Relator da proposta no Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO) explicou ao blog a importância da mudança. Leia:

Matéria completa:
http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-07-01_2010-07-31.html#2010_07-07_21_20_26-10045644-0

terça-feira, 6 de julho de 2010

Absorventes ecológicos conquistam as brasileiras

Quantos absorventes descartáveis uma mulher usa durante a vida? Confira a opção ecológica

Agência Estado

Qual é o impacto que eles provocam sobre o meio ambiente? Por que a menstruação é vista como algo incômodo? Questionamentos como estes têm levado muita gente a buscar alternativas para atravessar o momento mais delicado do mês, como o coletor menstrual, um copo de silicone acoplado ao colo do útero manualmente e que pode ser reutilizado. As usuárias brasileiras garantem: os benefícios não são apenas ambientais, mas também físicos e financeiros.

Bastante difundido na Europa, o coletor ainda não é fabricado no Brasil mas começa a ganhar espaço por aqui por meio de revendedoras. Este é o caso da artista plástica Juliana Ventura, 26 anos. Ela, que começou a importar o produto do Reino Unido para uso próprio, hoje recebe encomendas de várias partes do País. "Fico mais confortável, colaboro com o meio ambiente e, a cada ciclo, pratico autoconhecimento. Mesmo as mulheres que começam a usá-lo com o objetivo sustentável resgatam uma ligação mais íntima com a natureza do corpo", acredita.

Aprenda:
- O absorvente ecológico é um copo de silicone usado internamente, como um absorvente, mas que coleta o fluxo em vez de absorvê-lo
- Pode ser usado durante 10 anos
- O material veda a parede vaginal impedindo vazamentos
- O fluxo passa direto para o coletor e não deve provocar odor
- É fabricado no exterior, a marca mais conhecida e importada por aqui é a Mooncup, do Reino Unido. O produto pode ser adquirido por R$ 75 (preço médio)
- Dependendo do fluxo é preciso retirar o coletor a cada 4 ou 8 horas. Em seguida, basta enxaguá-lo e inseri-lo outra vez
- Após o ciclo, lave o produto como se fosse um bico de mamadeira.
Aprenda como no site da Mooncup
- Há dois tamanhos: A (para quem teve parto normal, cesárea ou tem mais de 30 anos) e B (para quem não engravidou e tem menos de 30 anos)
Serviço:
Mooncup
Abiosorventes (de pano)


Matéria completa:
http://delas.ig.com.br/saudedamulher/absorventes+ecologicos+conquistam+as+brasileiras/n1237698084977.html

domingo, 4 de julho de 2010

Formação de Agentes Socioambientais Urbanos



Formação de Agentes Socioambientais Urbanos.
 
A UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz) convida a todos para o CURSO CARTA DA TERRA EM AÇÃO, que será realizado do dia 03 de agosto a 28 de outubro, às terças e quintas feiras, das 18 às 22 horas.
O propósito do CURSO CARTA DA TERRA EM AÇÃO é reunir pessoas dispostas a refletir sobre as diferentes dimensões da sustentabilidade, desenvolver sua capacidade de observação, compartilhar conhecimentos sobre possibilidades e modos de vida urbana sustentável e gerar mudanças. 
O processo de formação tem um total de 120 horas, compostas por 96 horas/aula/atividades e 24 horas de Trabalho de Conclusão de Curso.
A apresentação dos resultados da aprendizagem de cada participante deverá ser feita em até 30 de janeiro de 2011. Após a aceitação do trabalho, o participante fará jus ao certificado de Agente Socioambiental Urbano, fornecido pela UMAPAZ.
A metodologia do curso busca a transdisciplinaridade e mescla exposições, diálogos, vídeos, leituras e dinâmicas.
 
Público focalizado: profissionais e estudiosos da área ambiental dos setores público, privado e de organizações não-governamentais; conselheiros de meio ambiente, desenvolvimento sustentável e cultura de paz; educadores; profissionais de saúde e outros interessados.
Vagas: 60 vagas
 
Inscrições: De 02 a 10 de julho de 2010, enviando a ficha anexa, devidamente preenchida para o e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br. A divulgação dos selecionados será realizada no dia 26 de julho de 2010.
 
 

Memorial recebe 1º Festival de Culturas da América Latina, 17 e 18 de julho


A Fundação Memorial da América Latina recebe o 1º Festival de Culturas da América Latina, nos dias 17 e 18 de julho, sábado e domingo, na Praça Cívica. O evento, que congrega manifestações artísticas e gastronômicas de vários países da região, é iniciativa dos Consulados da Bolívia, Peru e Paraguai, e organizado pela Associação dos Latinoamericanos radicados em São Paulo. 

Será montado um palco na praça, próximo à famosa “Mão”, escultura de Oscar Niemeyer. Ali haverá músicas e danças promovidas por associações de latino-americanos radicados em São Paulo. Bolivianos, Peruanos, Paraguaios, Chilenos, Argentinos, Mexicanos, Cubanos e Equatorianos terão a oportunidade de se expressar por meio de sua cultura tradicional. 

São Paulo é, atualmente, uma cidade mundial que abriga pessoas de várias partes do mundo, especialmente egressos dos países vizinhos. Nos anos 70, 80 e 90 muitos deles vieram por motivos políticos, mas hoje o grande atrativo é a pujança econômica da megalópole paulista. Esses imigrantes fazem questões de cultivar a manifestação artística característica de seu país. Para isso eles se organizam em associações que são verdadeiras escolas que se encarregam de transmitir a cultura ancestral para as novas gerações, algumas delas já nascidas no Brasil. 

Por falar em Brasil, ele também participa com a presença de uma escola de samba, capoeiristas e três bandas de samba-rock com dançarinos. Além de música e dança, haverá uma feira de artesanato de países com rica tradição dessa arte, como Bolívia, Peru, Paraguai, Chile e Brasil. A festa se complementa com um agrado ao estômago. Peru, Bolívia, Paraguai e Chile trazem sua gastronomia tradicional

Serviço
1º Festival de Culturas da América Latina
Dias 17 e 18 de julho, sábado e domingo
Horário: das 12h às 19h
Mais informações: recerik@hotmail.com
ENTRADA FRANCA.

Senac oferece oficinas para capacitação

 Quem se interessa por gastronomia, eventos e lazer pode aprender um pouco mais sobre essas áreas e gratuitamente. A unidade Francisco Matarazzo do Senac São Paulo promove oficinas de capacitação e a programação é realizada por meio de uma parceria com a Prefeitura. As aulas acontecem nos mercados Municipal e da Lapa.

O primeiro fica na região central e a capacitação vai até o final do ano. Em julho haverá oficinas de festival de inverno nos dias 22, 23 e 24. Nos meses seguintes, as aulas acontecem uma vez por mês e cada uma dura de duas a três horas. As inscrições podem ser feitas por telefone ou pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Endereço: Rua da Cantareira 306, Parque Dom Pedro II (veja mais detalhes abaixo).

Já no Mercado da Lapa, o público pode participar de uma qualificação por mês até novembro. No dia 9 de julho, por exemplo, o tema será sopas e cremes. As inscrições também podem ser feitas por telefone (confira abaixo) e pessoalmente, na Rua Herbart 47, Lapa. Cada oficina tem 50 vagas. Alguns cursos são culinária japonesa, cozinha italiana e harmonização de queijos e vinhos.

Para quem é novato na área de gastronomia, o Senac oferece a atividade de iniciação à culinária. No setor de eventos, as aulas são voltadas para montagem de mesas de Natal, confecção de balões, narração de histórias, entre outros assuntos. E todos os treinamentos são ministrados por professores dessa instituição de ensino. “Queremos mostrar que qualquer pessoa pode trabalhar nessas áreas, vistas como requintadas. Nossos cursos são para donas de casa até chefs de cozinha”, explica Silvana Aparecida de Lazari Rosa, gerente da unidade Francisco Matarazzo.

Neste mês, aconteceu a primeira aula de culinária japonesa no Mercado da Lapa. O estudante de gastronomia André Kimura, de 20 anos, foi um dos participantes. “Valeu a pena por aprender coisas novas”, conta.


Serviço
Tels. 3228-6363 (Mercado Municipal) e 3326-3401 (Mercado da Lapa). Site: www.sp.senac.br.



quinta-feira, 1 de julho de 2010

5º Festival de Cinema Latinoamericano de São Paulo



O Festlatino traz mais de 130 filmes de 15 países latinoamericanos - exibidos nas 3 salas do Memorial e no Cinusp, Cinemateca, MIS e Cinesesc - e homenageia os cineastas João Batista de Andrade e o argentino Marcelo Piñeyro. Revelações da Costa Rica, Porto Rico, Bolívia, Uruguai e Peru. Filmes inéditos de realizadores argentinos, chilenos e mexicanos, entre outros. Retrospectiva “Consolidação da Retomada” com sucessos de público e crítica latino-americanos desde 2000. Destaques latinoamericanos dos festivais de Cannes, Berlim, Veneza, Sundance, Roterdã e Locarno. Seção comemorativa do bicentenário do início do processo de independência da maioria dos países latinoamericanos. Oficinas, debates, lançamentos de livros e aula magna completam a programação. Entrada franca. Mais informações e programação completa no site  http://www.memorial.sp.gov.br/.
e   www.festlatinosp.com.br/